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Com quase 20 anos de existência desenvolve vários trabalhos. Para além da edição de três discos e um DVD ao vivo, é também da sua responsabilidade o renascimento e novo interesse pela música tradicional da sua terra; a padronização da gaita-de-foles mirandesa; organização e apoio técnico de vários festivais e outros eventos. Ao longo dos últimos anos, elementos do grupo interessaram-se pela construção de instrumentos musicais de raíz tradicional e atualmente grande parte dos instrumentos usados em concerto são da sua autoria.
Do roteiro do grupo fazem parte alguns dos mais importantes festivais de música tradicional/”world music” em Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Cuba, Cabo Verde, Brasil, México e Malásia.
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2001: L Purmeiro |
2005: Modas i Anzonas |
2006: Galandum Galundaina ao vivo (DVD) |
2010: Senhor Galandum |
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Ligações
Galandum Galundaina - Fraile Cornudo |
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Galandum Galundaina - A excelência da modernidade enraizada, por Mário Correia
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“O Projecto Mural Sonoro surgiu durante a frequência do curso de pós graduação em Estudos de Música Popular no Departamento de Ciências Musicais da FCSH, e tem por objectivo o estudo e divulgação das Práticas Musicais e Manifestações culturais locais em Portugal, associadas à migração e à diáspora. Ao longo do projecto estabelecemos diálogos entre músicos, compositores, directores musicais, pedagogos e construtores de instrumentos, através de debates, conferências e recolhas musicais com o enfoque nos campos da composição, concepção musical, pedagogia, organaria/construção de instrumentos e interpretação. Metodologicamente entrelaçamos o método etnográfico com a pesquisa documental, na produção bibliográfica e na constituição de um Arquivo de entrevistas para memória futura, que possa servir a aprendizagem, estudos, abordagem, nova leitura de todos os interessados.” URL: www.muralsonoro.pt |
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1976, Coimbra 2016/2017 – “Da Referência ao Rap como Forma Musical que se Impôs” (no prelo) Desde Março de 2015 – Colaboração em "Memórias da Revolução" no domínio "Sons da Revolução" com artigos e registos sonoros no âmbito. Projecto do IHC - FCSH em parceria com a RTP 2015/2016 – ''Que há-de ser de nós?'': o percurso musical de Ivan Lins entre o Brasil e Portugal de 1981 a 2014 (tese de mestrado em curso) Investigadora Instituto de História Contemporânea, FCSH (desde Fevereiro de 2015) Colaboração com projecto Europeana Sounds www.europeanasounds.eu/ (2015) Prémio Megafone - Sociedade Portuguesa de Autores (2014) Pós Grad. Estudos de Música Popular, Departamento Ciências Musicais, FCSH-UNL (2011/2012) «Passado Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho» (Public. Chiado Editora, Outubro de 2012) Autora Mural Sonoro (2011) **Associação Mural Sonoro, mais detalhes em: www.muralsonoro.com/associaonib Prémio Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores 2014 — pelo trabalho desenvolvido no Projecto e Associação Mural Sonoro de sua Autoria |
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Ligações e Contactos: Associação Mural Sonoro: muralsonoroassociacao Arquivo Mural Sonoro: arquivomuralsonoro Biografia: biografia Mural Sonoro — Organologia: organologiamuralsonoro Iniciativas Mural Sonoro: iniciativasmuralsonoro Recepção Musical Mural Sonoro:recepçaomusical Mural Sonoro (Facebook): MuralSonoro no Facebook Práticas Urbanas e Tradicionais: http://www.muralsonoro.com/qd-intro tlm: +351 918 383 051 |
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A Tuna Estudantil é, ainda hoje, uma ilustre desconhecida da esmagadora maioria dos portugueses. A mais me atrevo, desconhecida dos seus próprios actores, num tempo onde o efémero da «ilusão de um instante» continua, nesciamente, a vingar sobre a perenidade da História. Sempre houve estudantes brigões e provocadores, cantores de ocasião e perturbadores da ordem pública e do descanso alheio; sempre houve escolares apaixonados que escolheram o recato da noite para dar livre expansão aos seus sentimentos debaixo da janela da amada. O que não houve foi tunas. Não há até finais do séc. XIX formas de associação estudantil minimamente comparáveis às tunas. O que desfaz o mito de que as tunas nasceram "há 5 séculos atrás". E este é apenas um dos mitos que está, hoje, desmontado. Entre muitos outros. Fenómeno musical por excelência, praticamente multitudinário, com raízes fundadas no seio popular e que, no caso português, são importadas para o meio estudantil, que lhe vai dando à medida dos tempos e da circunstâncias sócio/politicas, um determinado carácter. Evolução
De facto, o fenómeno que mais nos influenciou no ressurgir desta expressão musical no seio estudantil universitário nos anos 80 do Século XX - hibernado que esteve por cá num hiato de quase 70 anos, onde apenas a Tuna Académica da Universidade de Coimbra e a Tuna do O.U.Porto existiram, em períodos de mais ou menos fulgor - foi a Tuna Espanhola a quem importamos muitos dos traços quer genéticos, quer iconográficos, misturando aqui e ali traços das nossas vetustas tunas de fins do Século XIX e adaptando o fenómeno aos tempos, numa evolução que - bem ou mal - ainda será caso de estudo nos tempos mais próximos. A Estudantina ou Tuna Estudantil - é a mesma coisa, não há diferença alguma - teve várias evoluções ao longo dos tempos e Portugal não fugiu a tal regra, naturalmente. Contudo, em períodos mais ou menos definidos, a Tuna Estudantil afastou-se do paradigma musical com mais ou menos ênfase e consoante essa mesma evolução e contexto. Não deixa de ser curioso observar que nas tunas populares, p.ex, que ainda hoje existem, os reportórios incidiam não em temas populares portugueses mas antes em música erudita ou clássica, tocada «de ouvido» por quem não tinha formação musical para reproduzir partituras: A Chotiça não é mais que um aportuguesar da Scotish, por exemplo. O mundo da Tuna Estudantil
Como bem diz Rafael Asencio, reputado investigador espanhol, ao jornal Información de Alicante, "No Século XIX entrar numa Tuna dava prestigio". É esse o desafio que se coloca, hoje: Perceber quão válida é tal afirmação. Ricardo T. |