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Rui Gama

Rui Gama

Rui Gama é natural do Porto, e concluiu os Cursos Complementares de Percussão na Escola Profissional de Música de Espinho e de Guitarra no Conservatório de Música do Porto.
Estudando com o Professor José Pina, veio a ingressar na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) onde concluiu a Licenciatura em Guitarra na classe do mesmo Professor. Completou a sua formação em Paris, no Conservatório Nacional da Região d’Aubervilliers na classe de Alberto Ponce.

Finalizou na Universidade de Aveiro a Pós-Graduação em Performance – Guitarra sob orientação dos Professores Nancy Harper e José Pina.

Recentemente realizou a Prova de Especialidade, vertente Instrumento – Guitarra, na Escola Superior de Música de Castelo Branco.

Frequentou cursos de Interpretação com Abel Carlevaro, Robert Brightmore, Roberto Aussel, Alberto Ponce, Tomas Camacho, Leo Brouwer, Betho Davezac, François Dry, Carlos Bonell e Hopkinson Smith.

Apresentou-se em público regularmente a solo e em música de câmara nomeadamente em duo com Hugo Sanches com o Trio de Guitarras do Porto.

Atualmente integra L’Effetto Ensemble, com a soprano Dora Rodrigues e Ciglia Ensemble, com o bandolinista António Vieira.

Como solista apresentou-se com a Orquestra do Conservatório de Braga com o Concerto de Villa-Lobos, com a Orquestra Nacional do Porto o Concerto de Aranjuez sob a direção de Martin André na Casa da Música do Porto, o Concerto Andaluz de Rodrigo, estreia em Portugal no X Concurso Internacional Cidade do Fundão, o Concerto de Aranjuez com a Orquestra Clássica do Centro, o Concerto Acerca de la Felicidad de Javier Ribas, estreia com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolim e com o Ensemble à plectre de Esch-Sur-Alzette do Luxemburgo sob a direção do Maestro Juan Carlos.

Outros projetos incluem a gravação em CD “Dezassete Peças para Guitarra” do compositor Paulo Bastos bem como a participação no Festival de Ópera de Ponte de Lima com a Orquestra Nacional do Porto na obra “Il Barbiere di Siviglia” de G. Rossini, sob direção do Maestro Marc Tardue.

Ligações

URL: www.onepoint.fm/ruigama

Rui Gama – Gestos III de Francisco Monteiro

Rui Gama e Hugo Sanches – Guido Santórsola Sonata nº2

 

 

Deserto

DesertoDeserto

Quarteto de Rock cantado em português. Quatro gerações criadas e inspiradas na vida suburbana ao redor da Grande Lisboa, encontram-se aqui no DESERTO, após 20 anos de rock em outros projetos como: Ex Votos, Sugar Baby Condoms, Khaos, MegaHertz, Lachrima Christi, Slamo, Why Angels Fall, Alternative 4, The Brunch. Reencontram-se na velha cidade que os criou e delinearam o seu próprio DESERTO. Com a inspiração gráfica de um velho amigo a completar a travessia e para contemplar o que se ouve, o que se sente!

“Querem tornar-nos um deserto de cultura, um deserto de educação, um deserto de valores. A música pode mudar o mundo! Não é apenas um lugar comum… é a cultura, estúpido! Esta é a nossa contribuição!”

Deserto - Formação

Deserto - Side B - louge live club

LigaçõesPaula Cordeiro Up Music Talents

URL: galandum.co.pt

facebook.com/Desertoproject

youtube - Deserto

viemo - Deserto -Filhos do Deserto

Tuna/ Estudantina

Tendo surgido inicialmente em Espanha, em meados/finais do século XIX com a designação de "estudiantinas", as tunas são agrupamentos musicais tanto de âmbito popular (urbano e rural) como estudantil. São constituídas, essencialmente, por cordofones plectrados, dedilhados e friccionados acompanhados de acordeôes, flautas e percussão ligeira. Nos agrupamentos de cariz estudantil, as pandeiretas são ícone histórico indispensável.

As tunas podem apresentar-se em palco tanto sentadas (em disposição orquestral clássica) como de pé. Interpretam um repertório eclético, do erudito ao popular, acompanhando a execução instrumental com canto (a solo ou em coro), característica mais visível nos agrupamentos de estudantes.

As tunas estudantis, e em especial as do foro universitário, envergam o traje da academia em que se integram ou indumentária própria (usualmente baseada na tradição das tunas do país vizinho e/ou evocativo do património cultural local). São normalmente constituídas por estudantes e antigos estudantes, recebendo a designação de "tunas de veteranos" ou "quarentunas" quando exclusivamente compostas por estes últimos.

Em Portugal, as tunas conheceram uma larguíssima difusão fora dos meios universitários até à década de 1990. De facto, no meio estudantil, foram um fenómeno muito mais liceal do que universitário.

No meio popular, tomaram diversas designações - estudantina, ronda, orquestra típica. Originalmente constituídas por "instrumentos de tuna" (os instrumentos da família do bandolim) - "instrumentos que permitem que as pessoas que não sabem música toquem para pessoas que a sabem" (no dizer inspirado, se bem que não inteiramente verdadeiro, de um popular e transmitido por Ernesto Veiga de Oliveira), as tunas foram progressivamente sendo "infiltradas" pelos instrumentos tradicionais de cada região, a ponto de se confundirem com as tocatas regionais, sendo que estes instrumentos (principalmente o bandolim) também transitaram para a esfera da etnografia, acabando por se fundir no fundo tradicional.

MÃO MORTA

Os Mão Morta formaram-se em Braga em Novembro de 1984, estreando-se ao vivo em Janeiro do ano seguinte no Orfeão da Foz, no Porto. Depois de em 1986 ganharem o Prémio de Originalidade no III Concurso de Música Moderna do RRV, em Lisboa, editam o seu primeiro álbum, homónimo, em 1988. Aplaudidos pela imprensa musical e com uma crescente legião de fãs, rapidamente se tornam um grupo de culto, colhendo rasgados elogios de personalidades tão diversas como Nick Cave ou Jello Biafra (Dead Kennedys). Com uma discografia de doze álbuns de originais (a que se juntam registos ao vivo e compilações) – grande parte deles reiteradamente incluídos nas listas dos melhores do ano ou de sempre da música portuguesa –, com várias participações nos grandes eventos musicais do país (como Paredes de Coura, Alive, Rock in Rio ou Primavera Sound), com uma forte aposta na realização de espetáculos multimédia singulares – de que se destacam “Müller no Hotel Hessischer Hof”, estreado no Centro Cultural de Belém em 1997, ou “Maldoror”, estreado no Theatro Circo de Braga em 2007 – e com algumas incursões por Espanha, França, Itália ou Brasil, os Mão Morta, ao longo das últimas três décadas, souberam como ninguém aliar a música à literatura (trazendo à ribalta escritores e poetas como Heiner Müller, Guy Debord, Allen Ginsberg, Isidore Ducasse ou J. G. Ballard) e têm tido sempre uma palavra a dizer quanto ao rumo do rock feito em Portugal.

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Formação
      

Adolfo Luxúria Canibal

Vocalista e letrista

Miguel Pedro

Baterista, programador, compositor e produtor

António Rafael

Teclista, guitarrista, compositor e produtor

Sapo

Guitarrista

Vasco Vaz

Guitarrista e compositor

Joana Longobardi

Baixista

Discografia
1988 - "Mão Morta" 1990 - "Corações Felpudos" 1991 - "O.D., Rainha do Rock & Crawl" 1992 - "Mutantes S.21" 1994 - "Vénus em Chamas" 1995 - "Mão Morta Revisitada" 1997 - "Müller no Hotel Hessischer Hof" 1998 - "Há Já Muito Tempo Que Nesta Latrina o Ar Se Tornou Irrespirável"
2001 - "Primavera de Destroços" 2002 - "Ao Vivo na Aula Magna" 2003 - "Carícias Malícias" 2004 - "Nus" 2008 - "Maldoror" 2009 - "Rituais Transfigurados" 2009 - "Mão Morta 1988-1992" 2010 - "Pesadelo em Peluche"
             
2014 - "Pelo Meu Relógio São Horas de Matar"              

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