|
O Portal Identidades foi lançado dia 1 de Março no Entrudanças. Conta de momento com 61 artistas registados, 21 notícias (novidades), 4 artigos (conteúdos), 11 partituras (cancioneiro), 1 aula (academia), 13 recursos (fileira), 27 eventos (calendário) e 2 revistas (revistas).Todo o portal é dinâmico, permitindo a publicação de informação a todos os interessados. Artistas, associações, espaços de programação, construtores, etc. |
|
|
URL: identidades.net Revistas |
|
|
|
| Revista Identidades #1 | Revista Identidades #2 |
|
Descrição - |
Descrição Neste número #2, fala-se dos entrudos do norte e do sul, dos direitos dos autores, do novo museu do cavaquinho, de projetos culturais, das inquietações que fervilham na cabeças dos músicos e testemunham-se mais alguns projetos musicais e festivais. A rematar, temos partituras lindas para tocar o que é nosso. |
Fazer Download |
Fazer Download |
|
“O Projecto Mural Sonoro surgiu durante a frequência do curso de pós graduação em Estudos de Música Popular no Departamento de Ciências Musicais da FCSH, e tem por objectivo o estudo e divulgação das Práticas Musicais e Manifestações culturais locais em Portugal, associadas à migração e à diáspora. Ao longo do projecto estabelecemos diálogos entre músicos, compositores, directores musicais, pedagogos e construtores de instrumentos, através de debates, conferências e recolhas musicais com o enfoque nos campos da composição, concepção musical, pedagogia, organaria/construção de instrumentos e interpretação. Metodologicamente entrelaçamos o método etnográfico com a pesquisa documental, na produção bibliográfica e na constituição de um Arquivo de entrevistas para memória futura, que possa servir a aprendizagem, estudos, abordagem, nova leitura de todos os interessados.” URL: www.muralsonoro.pt |
|
|
1976, Coimbra 2016/2017 – “Da Referência ao Rap como Forma Musical que se Impôs” (no prelo) Desde Março de 2015 – Colaboração em "Memórias da Revolução" no domínio "Sons da Revolução" com artigos e registos sonoros no âmbito. Projecto do IHC - FCSH em parceria com a RTP 2015/2016 – ''Que há-de ser de nós?'': o percurso musical de Ivan Lins entre o Brasil e Portugal de 1981 a 2014 (tese de mestrado em curso) Investigadora Instituto de História Contemporânea, FCSH (desde Fevereiro de 2015) Colaboração com projecto Europeana Sounds www.europeanasounds.eu/ (2015) Prémio Megafone - Sociedade Portuguesa de Autores (2014) Pós Grad. Estudos de Música Popular, Departamento Ciências Musicais, FCSH-UNL (2011/2012) «Passado Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho» (Public. Chiado Editora, Outubro de 2012) Autora Mural Sonoro (2011) **Associação Mural Sonoro, mais detalhes em: www.muralsonoro.com/associaonib Prémio Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores 2014 — pelo trabalho desenvolvido no Projecto e Associação Mural Sonoro de sua Autoria |
|
|
Ligações e Contactos: Associação Mural Sonoro: muralsonoroassociacao Arquivo Mural Sonoro: arquivomuralsonoro Biografia: biografia Mural Sonoro — Organologia: organologiamuralsonoro Iniciativas Mural Sonoro: iniciativasmuralsonoro Recepção Musical Mural Sonoro:recepçaomusical Mural Sonoro (Facebook): MuralSonoro no Facebook Práticas Urbanas e Tradicionais: http://www.muralsonoro.com/qd-intro tlm: +351 918 383 051 |
|
Este manual pretende contribuir para o apoio ao estudo da percussão tradicional portuguesa. A proliferação de grupos de percussão tradicional tem sido notória em Portugal nas últimas décadas. Inspirados por séculos de atividade dos emblemáticos “Zés Pereiras” e, mais recentemente, pelo trabalho de músicos como Rui Júnior, José Salgueiro e muitos outros autores e promotores da cultura da música popular e tradicional portuguesa, estes novos grupos de tocadores têm procurado estéticas frescas que possam de alguma forma revitalizar a percussão tradicional em Portugal. O manual foi redigido a pensar na cultura portuguesa e constitui um registo que partiu da prática regular (diária) levada a cabo nas diferentes intervenções (performativas, formativas, etc.) que o autor conduziu ao longo de quase duas décadas, tendo sido pensado para a criação de uma “ferramenta” que possibilite a sistematização dos conhecimentos culturais e que possa de alguma forma projetá-los, numa experiência de partilha e de valorização social. |