Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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O Música e Músicos esteve à conversa com Cati Freitas, um dos novos talentos da Música Portuguesa.
Apresenta-nos o seu novo trabalho "Dentro", "o melhor cartão de apresentação que se poderia pedir-lhe. Sobre uma paisagem elegantemente acústica, entre a tradição e a modernidade, o que nos mostra é de uma total sofisticação que garante estarmos perante uma revelação."
Veja o video da entrevista e conheça mais sobre a artista aqui.
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Também na Polónia, iniciou a sua carreira como intérprete solista e integrando orquestras e formações polacas de prestígio internacional que atuaram em várias partes do mundo. Foi durante umas férias que se apaixonou por Portugal e decidiu ficar. Adaptou-se facilmente à língua e à cultura portuguesas e foi desenvolvendo, quer a solo, quer fazendo parte de inúmeras orquestras (Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outras) e grupos musicais, um novo e variado percurso profissional que a levou a viajar intensamente pelo país, onde hoje se sente em casa. “Um Violino no Fado”
Também o fado "Com Que Voz", um dos temas que integram "Um Violino no Fado", teve a honra de fazer parte do CD Livro "FADO PORTUGAL, 200 ANOS DE FADO", lançado em Julho de 2011 pela editora SevenMuses. Em Novembro do mesmo ano, a violinista integrou, ao lado de Camané, Maria Amélia Proença e Ricardo Ribeiro, entre outros, um elenco de grandes fadistas que atuou na 6ª Gala Amália, justamente no mesmo dia em que o Fado foi considerado Património Imaterial da Humanidade. Finalmente editado e oficialmente apresentado no Museu do Fado, em Dezembro de 2011, o disco “Um Violino no Fado” tem vindo a encontrar uma excelente resposta, permitindo à artista um gratificante contacto com o público através de atuações em concertos e eventos de prestígio, destacando-se, pelo simbolismo, a exibição para o Presidente da República da Polónia durante a sua recente visita a Portugal. |
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Licenciada em Canto Teatral pelo Conservatório Superior de Música de Gaia, na classe da Professora Fernanda Correia, Joana Valente concluiu o Mestrado em Performance sobre a obra “The Medium” de Sir Peter Maxwell Davies, pela Universidade de Aveiro, na classe e sob orientação do Professor António Salgado. É também, mestre em Música – vertente Vocacional – pela mesma universidade, tendo dedicado a sua tese ao estudo de “A respiração na prática da aula de Canto”. Em masterclasse, trabalhou com Laura Sarti, Marc Tardue, Luis Giron May, Gabriella Morigi, Paulo Ferreira, Ambra Vespasiana, Ettore Nuova, Enza Ferrari, Ivo Cruz, Fernanda Correia, António Salgado, Mário Mateus. Como solista tem-se apresentado em Portugal e no estrangeiro sob a direção de maestros como Paul Hillier, Laurence Cummings, Simon Carrington, Antonio Florio, Filipe Veríssimo, Jonathan Ayerst, Mário Mateus, António Saiote, Jairo Grossi, Artur Pinho e Virgílio Caseiro. Em Ópera apresentou-se como Enfant, de “L’Enfant et les Sortilèges” de Maurice Ravel, Bastien em "Bastien und Bastienne" e 3ª Dama de "A Flauta Mágica", de Mozart; António da ópera “Irene”, de Alfredo Keil; Jenny da ópera “Os Três Vinténs” de Kurt Weill; Feiticeira da ópera “Dido e Eneas” de Purcell; Jean numa adaptação para português da ópera “Diálogo das Carmelitas” de Poulenc, com encenação de Peter Konwitschny, António Durães, Fernanda Correia, João Henriques e Marcos Barbosa. No momento, é cantora residente do Coro Casa da Música, tendo trabalhado com Paul Hillier, Simon Carrington, Laurence Cummings, Kaspers Putnish, Antonio Florio, Christoph König,Peter Rundel, Marco Mencoboni, Andrew Parrot, Andrew Bisantz, Hendrik Vanden Abeele, James Wood e Jonathan Ayerst.
Ainda no âmbito de música de câmara, colaborou com Clepsidra, Grupo de Música de Câmara do Porto, Grupo de Música Vocal Contemporânea, Capella Duriensis e Ensemble Joanna Musica. Com este último grupo apresentou, como coralista e solista, “A Calenda de Santa Joanna” de Joaquim dos Santos e “Missa de Santa Joanna” de David Perez, ambas compostas no séc.XVIII em honra da Santa, agora gravadas pelo grupo na discográfica Numérica. Tem apresentado em recital, com o pianista Nuno Caçote, “Homenagem a Pedro Blanco– A Mazurka e a obra para canto e piano”. No momento, ministra aulas de Canto Lírico no Conservatório Regional de Música de Vila Real e na Escola de Artes da Bairrada. |
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