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Dança dos Homens

Oriundo de Braga, “Dança dos Homens” é uma banda Folk, que interpreta temas tradicionais de recolhas com toda a liberdade da fusão com o Rock acústico... Um Folk diferente a escutar...

O trabalho da banda Dança dos Homens baseia-se em temas populares tradicionais portugueses quase exclusivamente vocais, o que permite explorar sem condicionamentos as potencialidades harmónicas e orquestrais das melodias, inicialmente reduzidas à sua expressão mais simples. Combinando essas raízes musicais com uma instrumentação acústica exuberante, harmonias vocais e ritmos por vezes complexos, a formação de cinco músicos, que se distribuem por duas guitarras, bandolim, baixo acústico, cajon, flautas e harmónica, criou um estilo próprio, fruto de influências que vêm trazer novos ambientes à música folk, e surpreendem quem escuta pela primeira vez, apercebendo-se de toda a riqueza que está contida em pequenos versos e linhas melódicas, que são contudo enunciados elementares da alma do povo.

Formação
 

 José Luís Guimarães

(Guitarra Folk, Voz, flautas e harmónica)

António Simões

(Guitarra e Voz)

Paulo Peixoto

(Percurssões e Voz)

Firmino Neiva

(Baixo Acústico e Voz)

Daniel Pereira

(Bandolim e Voz) 

Ligações

Dança dos Homens  – Vésperas - Instrumental

Dança dos Homens – Senhora dos Remédios

Dança dos Homens – O que estriga tenho da roca

Dança dos Homens – Maçadeiras do meu linho

 

 

 

 

António de Sousa Vieira

António Manuel de Sousa Vieira iniciou os seus estudos no Conservatório de Música da Maia onde estudou guitarra clássica com Ricardo Barceló e João Campos. Termina o curso complementar de Bandolim com 19 valores no Conservatório de Música de Coimbra, onde estuda com Flávio Pinho. Ingressa depois no Conservatório de Esch-sur-Alzette no Luxemburgo onde estuda com o virtuoso Maestro Juan Carlos Munoz, os cursos de bandolim napolitano/barroco e música de câmara. No mesmo conservatório estuda “Déchiffrage” com Francesco Civitareale e direção coral com Thomas Krämer.

Realizou cursos de música de câmara e bandolim em diversos países, com grandes nomes da música de Plectro como Juan Carlos Muñoz, Mari Fe Pavón, Mirko Schrader, Caterina Lichtenberg, Marga Wilden-Hüsgen, Keith Harris, Francesco Civitareale ....

Enquanto elemento do Coro Cláudio Carneiro dirigido pelo Maestro Lino Gaspar, participou em diversos concertos. Desde Março de 2006 é Maestro Titular e Director Artístico do Grupo Coral de Professores do Porto.

Fundou o Duo Magalhães da Gama e a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins da qual é o seu Concertino e Director Artístico. Foi o primeiro Português a integrar a EGMYO – European Guitar and Mandolin Youth Orchestra (2006 – Grécia, 2007 – Itália, 2008 – Espanha).

É o único elemento Português da Orquestra Europeia de Guitarras e Bandolins – Il Forum Musicale. Tem colaborado regularmente com a Société Mandoliniste “ LA Lyre „ Godbrange e com o Ensemble a Plectre Municipal d’Esch-sur-Alzette desde Setembro de 2008. Tem atuado em grande parte da Europa (Espanha, França, Luxemburgo, Alemanha, Itália, Grécia …).

É o instrumentista convidado para executar as partes de bandolim de diversas orquestras em Portugal, tendo já colaborado com a Orquestra Sinfónica da Casa da Música do Porto, OrchestrUtopica, Remix Ensemble Casa da Música…, sob a direção de Christoph König, Peter Rundel, Emilio Pomàrico, John Storgards, Olari Elts, Andrew Litton. Em 2013 juntamente com o guitarrista Rui Gama cria o Ciglia Ensemble, que se dedica a divulgar as novas sonoridades da música de Plectro.

Em Setembro de 2007 começa a lecionar o curso de bandolim no Conservatório de Música de Vila Real. No ano letivo 2009/2010 foi convidado para abrir uma classe de bandolim na Escola de Música de Esposende. Em 2010/2011 inicia o curso de bandolim na Companhia da Música em Braga e no ano 2013/14 no Conservatório de Música do Porto.

Natalia Juskiewicz

Natalia JuskiewiczNatalia Juskiewicz é uma violinista natural de Koszalin, uma cidade do Norte da Polónia, que reside em Portugal há vários anos. Começou a aprender violino muito cedo, aos sete anos, tendo prosseguido os seus estudos musicais até obter um diploma superior e um mestrado com especialidade em violino clássico, pela Academia de Poznan, uma das escolas de música mais conceituadas do mundo.

Também na Polónia, iniciou a sua carreira como intérprete solista e integrando orquestras e formações polacas de prestígio internacional que atuaram em várias partes do mundo. Foi durante umas férias que se apaixonou por Portugal e decidiu ficar. Adaptou-se facilmente à língua e à cultura portuguesas e foi desenvolvendo, quer a solo, quer fazendo parte de inúmeras orquestras (Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outras) e grupos musicais, um novo e variado percurso profissional que a levou a viajar intensamente pelo país, onde hoje se sente em casa.

“Um Violino no Fado”

Natalia JuskiewiczEm Outubro de 2010, corolado o processo inicial, "Um Violino no Fado", foi galardoado com o "Prémio Revelação", na XVIII Gala de Leiria, um importante evento cultural que já distinguiu alguns dos maiores artistas nacionais. Mais tarde, em Março de 2011, a convite da Orquestra Chinesa de Macau, este projeto viajou até à China para integrar, com reconhecido sucesso, o espetáculo "Encanto de Portugal", concerto comemorativo dos 500 anos da presença portuguesa no Oriente.

Também o fado "Com Que Voz", um dos temas que integram "Um Violino no Fado", teve a honra de fazer parte do CD Livro "FADO PORTUGAL, 200 ANOS DE FADO", lançado em Julho de 2011 pela editora SevenMuses. Em Novembro do mesmo ano, a violinista integrou, ao lado de Camané, Maria Amélia Proença e Ricardo Ribeiro, entre outros, um elenco de grandes fadistas que atuou na 6ª Gala Amália, justamente no mesmo dia em que o Fado foi considerado Património Imaterial da Humanidade.

Finalmente editado e oficialmente apresentado no Museu do Fado, em Dezembro de 2011, o disco “Um Violino no Fado” tem vindo a encontrar uma excelente resposta, permitindo à artista um gratificante contacto com o público através de atuações em concertos e eventos de prestígio, destacando-se, pelo simbolismo, a exibição para o Presidente da República da Polónia durante a sua recente visita a Portugal.

Ligações

URL: www.nataliajuskiewicz.com

www.facebook.com/natalia.juskiewicz

Mário Fernandes

Mário FernandesMário Fernandes

Lisboa, capital do fado, viu-o nascer na manhã do dia 31 de julho de 1973. E, enquanto a mãe, sua grande referência, o embalava cantando-lhe Amália, foi-se traçando languidamente o seu destino de fadista. Mário cresceu a ouvir o fado, a cantar o fado, a ler o fado nos olhos dos outros. Na sua voz doce, de timbre singular, e no seu olhar profundo, aprendeu a viajar pela alma de um povo, mas também pela história individual de cada um que com ele se cruza. A empatia natural que estabelece com a audiência, fruto do seu carisma e da sua personalidade que transparece em cada tema, bem como a paixão intensa com que interpreta o seu Fado, são algumas das suas principais características.

Mário FernandesNos anos 90 surgiram os primeiros convites para cantar em casas de Fado Amador, como o "Arreda" em Cascais ou a "Tasca do Chico" em Lisboa. Solista na TUIST - Tuna Universitária do IST, somou mais de 200 prémios nos mais consagrados festivais universitários do país e do mundo. E, em 2005, rendeu-se por fim à canção que lhe bate no peito, com Mário & Lundum e o disco "[h]à fado!" (EMI), reunindo nele as sonoridades que o povo português ousou fundir, nas suas descobertas do mundo. Uma viagem musical que parte de canções celebrizadas por grandes nomes do Fado e que integra ritmos próprios do Lundum que, de acordo com alguns historiadores, está intimamente ligado às origens do Fado. Ritmos latinos, africanos, do Brasil e do Lundum, entrelaçaram-se com fados tradicionais de Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Camané, entre muitos outros, numa paixão sofrida mas quente, lânguida mas vibrante, que primou sobretudo pela originalidade da abordagem. Neste trabalho, a voz de Mário Fernandes com o seu timbre único na tonalidade sedutora do Fado, junta-se não só à guitarra portuguesa e à guitarra acústica, como também a outros instrumentos não usuais na formação tradicional dos conjuntos de Fado, como por exemplo, a percussão e a bateria.

Mário FernandesDez anos depois, vividos entre o palco e as casas de Fado, Mário redescobre e redescobre-se noutros fados que têm marcado o seu percurso, profissional e pessoal. IMATERIAL não é já uma experiência de fusão, mas a afirmação de um nome incontornável do Fado contemporâneo português. Mário Fernandes canta porque é seu destino cantar. E, quando sobe ao palco, não se leva só a si. Leva-nos a todos consigo, para esse espaço sem espaço e esse tempo sem tempo onde é desfiado, lentamente, o nosso destino comum…

Texto escrito por Sara Rodi

Ligações

URL: Clipping - I Encontro de Fado da Amadora

URL: Lançamento do disco 2005

facebook.com/mf.mariofernandes

Estrela da Tarde - I Encontro de Fado da Amadora

Senhora do Livramento - (h)à Fado


Sou do Fado - (h)à Fado

 

 

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