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Adolfo Luxúria Canibal

Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo artístico de Adolfo Morais de Macedo, nascido em Dezembro de 1959 na cidade de Luanda, em Angola. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, exerceu a advocacia nesta cidade até 1999. É desde 1989 consultor jurídico na Administração Central, na área da Conservação da Natureza. Na qualidade de especialista em Direito do Ambiente foi orador convidado em diversos congressos e seminários, portugueses e estrangeiros, e professor em cursos de formação, de pós-graduação e de mestrado. Integrou de 1993 a 1999 um Grupo de Peritos Jurídicos da Convenção de Berna, junto ao Conselho da Europa, em Estrasburgo.

 Anos 80 Anos 90 2000 em diante

Com - Tradição

Com-Tradição é um grupo de Fado e de canção original portuguesa, residente em Bruxelas. Tendo iniciado a sua atividade no ano de 2011, o grupo atua mensalmente na Casa de Fado « Chez Luis ». O facto de estar situado no eixo do centro da Europa, permite ao grupo desenvolver um trabalho de divulgação desta vertente da Cultura Portuguesa pela Bélgica, Holanda, Alemanha e França.

Com-Tradição esteve em residência artística na Região de Ardèche - Sul de França em Agosto de 2012.

Em 2011 e 2012 atuou na animação de Noites de Fado, entre outros, em Bruxelas, Gent, Hasselt e Bruges.

Em Novembro de 2013 gravou 4 vídeos no centro cultural “Zinema” em Anderlecht-Bruxelas com a direção artística de Vincent Pierard.

Com-Tradição encontra-se a produzir um disco com composições e interpretações originais de fados tradicionais inspirados nas experiências profissionais dos músicos (jazz, clássica, world/folk,...) . O álbum estará concluído em Junho de 2014.

Para o lançamento do disco o grupo está a organizar uma “tournée” em Portugal durante o mês de Julho:

   - Cine teatro de Albergaria - 17 Julho

   - Claustros do mosteiro de Salzedas -  19 de Julho

   - Ribeira de Gaia - Festival Fado - Casa da Musica - 26 Julho

   - Beredo de Bemposta - Festas da vila - 1 de Agosto

Formação

Nicole Cangueiro - Voz

Rui Salgado - Voz e Viola

Sebastien Taminiau - Contrabaixo e Violino

Ligações

 Com-Tradição

 Com-Tradição - Pele de Leão

 Com-Tradição - Vela Acesa

 Com-Tradição - Dia a Dia: Estudio Bruxelas 2014

Jean-Pierre Silva

Jean Pierre

 

Diplomado pela Faculdade de Letras da UCP - Viseu e pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UL, é professor de línguas e literaturas modernas.

Foi fundador e 1.º director musical do Real Tunel Académico – Tuna Universitária de Viseu (entre 1991 e 2001) e da Tuna da UCP de Viseu (entre 1992 e 1994), além de membro fundador da QuarenTuga (2016).

Fundou e dirigiu, igualmente, o Orfeão Académico daquela cidade, entre 1993 e 1995, com o qual participou na gravação do CD “Antologia dos Melhor Coros da Beira Alta”, em 1995. Regeu alguns coros, sendo fundador e  maestro do Chorus CSD de Lisboa (com trabalho destacado em arranjos e orquestrações para coro e orquestra, nomeadamente na vertente litúrgica).

Autor e compositor, logra alcançar, em 1993, o 1º lugar, no Festival de Lafões, organizado pelo famoso grupo de música popular Alafum,  e, no âmbio das tunas, vários temas seus constam dos CD, “Viseu Aqui Eu Te Canto” (1995), “Trovas Soltas “ (1998) e “Trilhos” (2011); sendo que outros,  de teor litúrgico, são interpretados por diversos coros (do país e do estrangeiro).

É membro registado da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Ao longo da sua vida académica, ocupou diversos cargos como dirigente associativo (Associação Académica, Pastoral do Ensino Superior e Federação Académica - em Viseu).

Também pela sua actividade tunante, foi galardoado com diversos prémios (atribuídos da AAV e pela UCP de Viseu), destacando-se o Prémio “Arte&Cultura” e o Prémio “Augusto Hilário” (ambos por 2 vezes, em 1998 e 1999), bem como, em 2020, ter recebido o de "Mérito Académico", além de ter sido nomeado Sócio Honorário da AAV.

Foi orador no II, III, IV, V, VI, VIII e IX ENT (Encontro Nacional de Tunos), bem como no II Congresso Ibero-Americano de Tunas (Múrcia 2014) e no II TUNx (Porto, 2016), além das suas diversas participações nas rubricas tuneris da PTunas TV ("Tunices" e "Tuna Portugal").

 Em 2009, recebe o prestigiado "Prémio Anim’Arte", atribuído pelo GICAV (Viseu).

 Autor do blogue "Além Tunas", é também administrador do grupo de facebook Tunas&Tunos, membro colaborador do Museo Internacional del Estudiante, antigo investigador colaborador da associação internacional TVNAE MVNDI e foi subdirector de informação do portal PortugalTunas, em 2011-2012.

Em 2013, junto com Ricardo Tavares, funda o Museu Fonográfico Tuneril, de que é actualmente responsável.

É membro do Comité Científico da Revista "Legajos de Tuna"desde 2017 (revista para a qual escreve diversos artigos sobre a Tuna portuguesa) e, em 2020, é-lhe conferido estatuto de  Membro Honorário da associação TUDI (Tunos Decanos de Iberoamérica), fazendo parte do seu Comité Científico Internacional.

Tem integrado diversos júris em certames por todo país, tem igualmente participado, como orador, em palestras sobre Tradições Académicas (organizadas por diversos grupos/instituições estudantis), área à qual estende o seu interesse e estudo (sendo autor do blogue "Notas&Melodias").

Em 2021, é co-fundador da Academia de História da Tuna.

 

Mário Fernandes

Mário FernandesMário Fernandes

Lisboa, capital do fado, viu-o nascer na manhã do dia 31 de julho de 1973. E, enquanto a mãe, sua grande referência, o embalava cantando-lhe Amália, foi-se traçando languidamente o seu destino de fadista. Mário cresceu a ouvir o fado, a cantar o fado, a ler o fado nos olhos dos outros. Na sua voz doce, de timbre singular, e no seu olhar profundo, aprendeu a viajar pela alma de um povo, mas também pela história individual de cada um que com ele se cruza. A empatia natural que estabelece com a audiência, fruto do seu carisma e da sua personalidade que transparece em cada tema, bem como a paixão intensa com que interpreta o seu Fado, são algumas das suas principais características.

Mário FernandesNos anos 90 surgiram os primeiros convites para cantar em casas de Fado Amador, como o "Arreda" em Cascais ou a "Tasca do Chico" em Lisboa. Solista na TUIST - Tuna Universitária do IST, somou mais de 200 prémios nos mais consagrados festivais universitários do país e do mundo. E, em 2005, rendeu-se por fim à canção que lhe bate no peito, com Mário & Lundum e o disco "[h]à fado!" (EMI), reunindo nele as sonoridades que o povo português ousou fundir, nas suas descobertas do mundo. Uma viagem musical que parte de canções celebrizadas por grandes nomes do Fado e que integra ritmos próprios do Lundum que, de acordo com alguns historiadores, está intimamente ligado às origens do Fado. Ritmos latinos, africanos, do Brasil e do Lundum, entrelaçaram-se com fados tradicionais de Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Camané, entre muitos outros, numa paixão sofrida mas quente, lânguida mas vibrante, que primou sobretudo pela originalidade da abordagem. Neste trabalho, a voz de Mário Fernandes com o seu timbre único na tonalidade sedutora do Fado, junta-se não só à guitarra portuguesa e à guitarra acústica, como também a outros instrumentos não usuais na formação tradicional dos conjuntos de Fado, como por exemplo, a percussão e a bateria.

Mário FernandesDez anos depois, vividos entre o palco e as casas de Fado, Mário redescobre e redescobre-se noutros fados que têm marcado o seu percurso, profissional e pessoal. IMATERIAL não é já uma experiência de fusão, mas a afirmação de um nome incontornável do Fado contemporâneo português. Mário Fernandes canta porque é seu destino cantar. E, quando sobe ao palco, não se leva só a si. Leva-nos a todos consigo, para esse espaço sem espaço e esse tempo sem tempo onde é desfiado, lentamente, o nosso destino comum…

Texto escrito por Sara Rodi

Ligações

URL: Clipping - I Encontro de Fado da Amadora

URL: Lançamento do disco 2005

facebook.com/mf.mariofernandes

Estrela da Tarde - I Encontro de Fado da Amadora

Senhora do Livramento - (h)à Fado


Sou do Fado - (h)à Fado

 

 

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