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Pedro Madeira

Pedro MadeiraPedro Madeira nasceu a 11 de Novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas.

Desde cedo demonstrou uma forte vertente musical que teve expressão nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro “Oficina do Canto” de Montemor-o-Novo, do qual foi integrante durante 2 anos.

A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu, em 2006, com a possibilidade de participar no Festival da Canção Júnior. Nessa altura começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, “Deixa-me Sentir”.

Nesse mesmo ano, a 2 de Dezembro, representou Portugal, na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção.

Depois de um ano repleto de esperanças e conquistas, lançou o seu primeiro álbum “Dá-me a tua mão”, que o vem sedimentar na cena musical portuguesa.

Sem nunca deixar os estudos para segundo plano e, enquanto filho de pais professores, Pedro tem bem presente a necessidade de uma boa educação e pretende passar essa mensagem aos seus fãs. Atualmente na Universidade Católica de Lisboa, o jovem licenciado em Comunicação Social e Cultural frequenta o Mestrado de Televisão e Cinema.

Dotado de grande persistência e humildade, Pedro Madeira quer construir uma carreira sólida e estável, marcando um estilo próprio pelo qual deseja ser reconhecido.

O seu segundo trabalho “Viagem”, lançado em 2009, vem verificar todos estes objetivos e estabelecer a maturidade musical. O single “Descobre-me”, que fez parte da banda sonora da telenovela da TVI “Sentimentos”, dá o mote para o reconhecimento da essência do artista. “Quando pensares em desistir ou desaparecer. Levanta a cabeça, acredita, tu consegues vencer”.

Pedro MadeiraDepois dos êxitos alcançados com "Descobre-me" e "Tempo para viver", regressou para apresentar o promissor álbum “Onze”. A irreverência a que nos habituou de mãos dadas com o seu timbre único, fazem de “Onze” um disco especial. O cantor, autor e compositor continua a apostar na experiência de grandes nomes do panorama musical nacional para apadrinharem a sua jornada. A Ramón Galarza (produtor Xutos e Pontapés) juntam-se agora nomes como João Martins (produtor Da Weasel) e Carlos Juvandes (produtor Diego Miranda e Anselmo Ralph). “Onze” inclui o HIT “Tempo para viver”, lançado como single de avanço do projeto, e ainda o famoso tema “Inflamável” que deixa uma marca vincada na carreira do artista, batendo recorde atrás de recorde.

O ano de 2014 traz consigo um novo álbum, o 4º do cantor, e com ele nasce uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo cativando novos públicos. Os dois singles de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", dão-nos a conhecer essa nova evolução. Uma sonoridade mais abrangente e cativante pela sua essência poética.

Depois de conquistar o país, de deixar a sua marca na banda sonora de telenovelas de sucesso e de se afirmar como o único “Teen idol” português, regressa com a missão de aniquilar novas batalhas e de cortar novas metas, sempre ambicionando o impossível para que o possível seja a mais pura das rotinas.

Os dados foram lançados, as cartas estão na mesa, só nos resta assistir à contínua ascensão do menino que cresceu aos nossos olhos e que degrau a degrau se vai tornando numa figura incontornável do panorama musical do nosso país.

Ligações

URL: www.pedromadeira.pt

Pedro Madeira Oficial

twitter.com/pedromadeiraoficial

www.facebook.com/pedromadeiraoficial

Diogo Tomás

Diogo TomásDiogo Tomás

Cantor português nascido em Lisboa no ano de 1982.

Apresentou recentemente o seu primeiro trabalho discográfico ‘Mundo Grande’ - o resultado artístico do encontro da sua voz com a da cantora brasileira Marília Schanuel, desafiadas pelo lirismo das canções do compositor carioca Marcelo Fedrá e a mestria do violoncelo da concertista portuguesa Raquel Reis. Um encontro lusobrasileiro registado em CD e lançado exclusivamente no Brasil, em Setembro de 2012, sob tutela da DgArtes.

O universo da música para filmes tem tido uma forte relevância no seu percurso artístico, como influência principal do reportório que tem cantado e apresentado em vários palcos do país, assim como alguns trabalhos de composição de banda-sonora de filmes e projetos audiovisuais, numa estreita relação com a sua licenciatura em Cinema, pela Escola Superior de Teatro e Cinema.

Diogo Tomás é formado em canto pela Escola de Jazz Luiz Villas-Boas (Hot Clube de Portugal) e pela Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe da Professora Filomena Amaro, as escolas mais relevantes na sua formação musical, onde aprofundou noções de composição, arranjos vocais e, sobretudo, a voz como instrumento principal.

Participou em vários cursos de curta duração e projetos que considera importantes no seu percurso enquanto artista, como é o caso do workshop ‘Vocal Pop & Jazz Days’, em Soesterberg (Holanda, 2006),  ministrado por Darmon Meader, Tijs Krammer, Johan Roose e Hans Van den Brand, a Residência Artística de criação e experimentação musicais ‘Tubo de Ensaio’, pelo Clube Português de Artes e Ideias (na Fábrica da Pólvora, em 2008), assim como o Coro ‘Ricercare’, dirigido por Pedro Teixeira , o ‘Coro de Jazz’ da EMCN, dirigido por Tiago Marques e o ‘Quarteto Vocal & Big Band HCP’, dirigidos por Claus Nymark.  

Diogo Tomás

Em estúdio, para além da colaboração vocal em alguns trabalhos discográficos, tem cantado maioritariamente em dobragens de desenhos animados em vários projetos, com destaque para ‘O Urso da Casa Azul’, do qual foi protagonista, série televisiva da autoria de Jim Henson/Disney, exibida pela RTP2.

Redescobrindo o mundo do fado e da canção portuguesa participou como letrista no CD- áudio livro ‘Há Fado na Mouraria’, lançado em 2012 pela editora BOCA-Palavras Que Alimentam LDA, e como compositor e letrista das canções para a Marcha do Castelo, nas edições de 2010 e 2011 das Marchas Populares de Lisboa.

Como formador de técnica e expressão vocais, trabalhou no Espaço Evoé-Escola de Atores, ministrando os cursos anuais de ‘Voz e Canto’, os módulos semestrais do curso de Formação de Atores, as disciplinas de Canto I, II e III do Curso ‘Evoé Música’ e os Workshops regulares: ‘Voz Falada e Voz Cantada’, ‘As Cores da Voz’ e ‘Descobrir a Voz’  (de 2007 a 2010); foi docente do módulo ‘Voz e Canto’, disciplina do 2º ano da Licenciatura em Artes Performativas pela Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa ‘ESTAL’ (no ano letivo 2007/08). Tem colaborado esporadicamente com várias instituições de ensino artístico e companhias de teatro, como é o caso da Companhia ArteViva (Barreiro), a Animateatro (Amora), e as suas respetivas escolas.

Ligações

facebook.com/mymusicalaffairs

Diogo Tomás

Um pouco do nosso ensaio - 'Changsong'


Diogo Tomás - Spotify

 

 

Pedro Balse

Pedro BalsePedro Balse

Pedro Balse nasceu em Portalegre em 1972. Na adolescência pertenceu a diversas bandas como baterista e baixista, tendo em 1996 terminado a licenciatura em Ciências Musicais na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

Atualmente é professor de música, do quadro do Agrupamento Monte da Lua, Sintra.

Em 2011 começou a dedicar-se à composição e criou o seu próprio estúdio. Em Dezembro de 2012 edita o seu primeiro cd “world chill”. Trata-se de uma nova sonoridade, uma fusão de acústico com eletrónico, numa mistura de world music com chillout/lounge. É uma música na generalidade relaxante que pretende proporcionar bem-estar aos ouvintes. Pretende também, ser uma viagem imaginária, através de temas com influências de vários locais no mundo. De Buenos Aires a Lisboa, passando por Paris, Andaluzia, Dubai, Rio de Janeiro, Himalaias, Irlanda, Marrocos, etc.

Para o Outono de 2014 está prevista a saída do seu segundo álbum, “Places”, numa continuação da viagem iniciada em 2012. Conta com 45 participações especiais.

Em concerto, Pedro Balse (sintetizadores e eletrónica) conta com a World Chill Band, constituída por:

José Esteves: guitarras

Renato Espada: baixos

Vítor Costa: percussões étnicas

Jan: voz 

Ligações

URL: pedrobalse.bandcamp.com

URL: pedrobalseprod.wix.com/pedrobalsewcb

facebook.com/prod.pedrobalse

soundcloud.com/pedrobalse

Pedro Balse -Canal de Youtube

MÃO MORTA

Os Mão Morta formaram-se em Braga em Novembro de 1984, estreando-se ao vivo em Janeiro do ano seguinte no Orfeão da Foz, no Porto. Depois de em 1986 ganharem o Prémio de Originalidade no III Concurso de Música Moderna do RRV, em Lisboa, editam o seu primeiro álbum, homónimo, em 1988. Aplaudidos pela imprensa musical e com uma crescente legião de fãs, rapidamente se tornam um grupo de culto, colhendo rasgados elogios de personalidades tão diversas como Nick Cave ou Jello Biafra (Dead Kennedys). Com uma discografia de doze álbuns de originais (a que se juntam registos ao vivo e compilações) – grande parte deles reiteradamente incluídos nas listas dos melhores do ano ou de sempre da música portuguesa –, com várias participações nos grandes eventos musicais do país (como Paredes de Coura, Alive, Rock in Rio ou Primavera Sound), com uma forte aposta na realização de espetáculos multimédia singulares – de que se destacam “Müller no Hotel Hessischer Hof”, estreado no Centro Cultural de Belém em 1997, ou “Maldoror”, estreado no Theatro Circo de Braga em 2007 – e com algumas incursões por Espanha, França, Itália ou Brasil, os Mão Morta, ao longo das últimas três décadas, souberam como ninguém aliar a música à literatura (trazendo à ribalta escritores e poetas como Heiner Müller, Guy Debord, Allen Ginsberg, Isidore Ducasse ou J. G. Ballard) e têm tido sempre uma palavra a dizer quanto ao rumo do rock feito em Portugal.

Clique para ler a biografia completa

Formação
      

Adolfo Luxúria Canibal

Vocalista e letrista

Miguel Pedro

Baterista, programador, compositor e produtor

António Rafael

Teclista, guitarrista, compositor e produtor

Sapo

Guitarrista

Vasco Vaz

Guitarrista e compositor

Joana Longobardi

Baixista

Discografia
1988 - "Mão Morta" 1990 - "Corações Felpudos" 1991 - "O.D., Rainha do Rock & Crawl" 1992 - "Mutantes S.21" 1994 - "Vénus em Chamas" 1995 - "Mão Morta Revisitada" 1997 - "Müller no Hotel Hessischer Hof" 1998 - "Há Já Muito Tempo Que Nesta Latrina o Ar Se Tornou Irrespirável"
2001 - "Primavera de Destroços" 2002 - "Ao Vivo na Aula Magna" 2003 - "Carícias Malícias" 2004 - "Nus" 2008 - "Maldoror" 2009 - "Rituais Transfigurados" 2009 - "Mão Morta 1988-1992" 2010 - "Pesadelo em Peluche"
             
2014 - "Pelo Meu Relógio São Horas de Matar"              

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