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Paulo Ferreira

Paulo FerreiraPaulo Ferreira

Natural de Santa Maria da Feira, Paulo Ferreira iniciou a sua formação musical na Academia de Música de Santa Maria, onde frequentou as classes de Violoncelo, Piano e Canto, na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Concluiu o curso de canto da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto com a classificação máxima, sob orientação do Prof. José de Oliveira Lopes. Prosseguiu os seus estudos com Palmira Troufa, Marc Tardue e Enza Ferrari. Entre vários outros, foi distinguido com o primeiro prémio no II Concurso Internacional de Canto Tomaz Alcaide e no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

A sua estreia em Opera foi a convite do Círculo Portuense de Ópera (CPO), enquanto barítono. O sucesso alcançado como Don José (Carmen, Coliseu do Porto), em 2007, numa co-produção internacional, assinalou a passagem para Tenor.

Anne Victorino d’Almeida compôs expressamente para a sua voz o ciclo de canções para tenor e orquestra “Sete sonetos de Camões”, obra que Paulo Ferreira estreou no concerto de homenagem da cidade de Lisboa ao Maestro António Victorino d’Almeida, em 2010.

Paulo Ferreira - La Wally - DVDA estreia internacional surgiu em 2011, na grande sala da Phillarmonie de Colónia, na Alemanha, ao lado de Anna Netrebko, sucedendo-se a interpretação de Cavaradossi (Tosca) e de Grigorij (Boris Godunov) no Teatro Hof e Stadethalle de Bayreuth, na Baviera, entusiasticamente recebidas pelo público e pela crítica.

A singular combinação das suas qualidades vocais e dramáticas proporcionou-lhe, em 2012, com Giuseppe Hagenbach (La Wally), no Tiroler Landestheater (Innsbruck, Austria), numa produção gravada para a editora austríaca Capriccio (DVD), novo sucesso, tendo sido considerado um sensacional Primo Uomo. No Requiem de Mozart, em Bayreuth, a beleza do timbre e o fraseado da voz fez evocar a mais pura tradição do bel canto. Como Ismaele (Nabucco), em Janeiro de 2013 no Pfalztheater (Kaiserslautern, Alemanha) foi unanimemente elogiado, bem como na sua interpretação do Tenor solo do Requiem de Verdi e a sua interpretação no Tiroler Landestheater de Innsbruck (Áustria) em Abril de 2013 no papel de Giasone (Medea), Paulo Ferreira foi descrito como um tenor heróico altamente dramático, com uma voz poderosa e com agudos imaculados.
Recentemente apresentou-se na ópera Il Trovatore de Verdi (Manrico) no festival de verão Oper Schenkenberg (Suiça), no Requiem de Verdi (Tenor Solo) na Alemanha e na Eslováquia e La Forza del Destino de Verdi (D. Alvaro) no Tiroler Landestheater de Innsbruck (Austria) onde nesta última o cantor foi exaltado pela crítica sua viril e potente voz, e ainda dramaticamente como ator altamente sensível e um cantor excecional.

Recentemente fez a sua estreia em Espanha (Palácio Euskalduna, Bilbao) interpretando o papel de D. José na ópera Carmen de G. Bizet, fortemente aplaudido pelo público e pelos média.
Futuras apresentações serão nas produções de Manon Lescaut de Puccini (Des Grieux) no Pfalztheater de Kaiserslautern (Alemanha), Rosenkavalier de Strauss (Ein Sänger), Adriana Lecouvreur de Cilea (Maurizio) e Requiem de Verdi (Tenor Solo) no Tirolerlandes Theater de Innsbruck (Áustria).

Paulo Ferreira - em palco Paulo Ferreira - em palco

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URL: pauloferreiratenor.com

André do Audio

André do AudioAndré do Audio Acordes de palavras… uma forma de viajar no Tempo!

Tem airplay em rádios regionais/locais de Portugal, e - uma aqui e outra ali - em França, Canada, São Paulo. Um importante passo foi também dado, ao ter tido o tema "Sms" a rodar num dos mais emblemáticos bares/discotecas de Lisboa, o "JAMAICA"!

Fez também a sonoplastia e mistura das Curtas "MK SpitFire" e " As the days went by" , de Filipa Ruiz ; e a banda sonora (musica, sonoplastia e mistura ) das Curtas "Mau Vinho" e "O Tesouro", de Marcantónio del Carlo e Gonçalo Silva.

 

Antes disso tudo, passou de aprendiz de compositor às bandas de rock, e daqui a aprendiz de som (para poder gravar as suas bandas), entrando no mundo do áudio, passando a aprendiz de pós-produção e tornando-se Sonoplasta.

Soma aos Jingles, inúmeros spots de Tv e Rádio, feitos para todo o espectro de Anunciantes, principais Marcas e Agências de Publicidade.

André do Audio - OficinaAndré do Audio - "Oficina"

Acordes de palavras… uma forma de viajar no Tempo!

Autor, compositor, instrumentista, intérprete, produtor, masterizador, e caminhante profissional, das suas canções e álbuns, André do Áudio, apresenta após dois EP`s o seu primeiro álbum – “Oficina”!

Cada canção é um momento Kodak, associada à altura, à pessoa ”...as cenas saem-me e vou escrevendo. São sons, que dão em acordes de palavras, canalizando o que sinto em determinado momento... Daí o momento Kodak. Uma forma de viajar no Tempo!”

Não há processo de composição determinado, é um prolongamento da alma, um sentimento que acontece e cada um tem a sua forma de o fazer… chegar à música, é bem mais fácil que torná-la numa canção!

“Oficina” é o seu "estúdio", são os transportes públicos, e a sua cabeça… onde o processo de criação acontece. A sua vontade desde o início, foi fazer um álbum folk... Simples. Depois o álbum foi crescendo e ganhou com as várias influências vindas dos álbuns anteriores. O Rock do "Lazy Ratz" , o Folk do "The Little Folks", os Sintetizadores e Programações do “ Land of Lound Devotion”, e o Pop do "Myself Together".

Depois de três álbuns em inglês e dois EP´s em português, André do Áudio apresenta o seu novo álbum ”Oficina”, um misto explosivo de “corte e acorde” mais uma vez digital, através da Nmusic, Meo Music, Amazon, Spotify, Google play, Itunes etc, com acesso gratuito através do APP , e do seu site.

LigaçõesPaula Cordeiro  Up Music Talents

URL: andredoaudio.wix.com/andredoaudio

André do Audio

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Contacto para Entrevista

 

Cordeiro - Assessoria e Comunicação

Carlos Cunha

Carlos Cunha natural de Celorico de Basto, nasceu a 7 de Julho de 1947.

Iniciou a sua atividade musical em 1964 no Conjunto Académico, onde gravou o seu primeiro disco em 1966. Antes de enveredar por uma carreira a solo, teve passagens pelos “Resistência”, “Ex-Libris” e foi companheiro de Adriano Correia de Oliveira. Esteve ainda ligado ao Núcleo de Etnografia e Folclore da Academia do Porto (NEFAP), dedicando-se à pesquisa das raízes da música portuguesa.

"Já passei os sessenta anos, mas apesar de ter atravessado um mau momento, sinto-me com muita vitalidade. Toda a minha vida fui um lutador e as minhas armas mais usadas têm sido a música e a poesia. Por isso é que me chamam um cantor de Abril. Gravei o primeiro disco em 1966, com um Conjunto Académico e o meu último em 2004, com originais meus e com um grupo de músicos amigos e de muita qualidade. Aderi às baladas de protesto quando, ainda militar e na guerra no norte de Angola, me revoltei contra o sistema político da época. Como não sou profissional a tempo inteiro do mundo do espetáculo, como não cedo à "foleirice" pimba que grassa, como não pertenço à Opus Dei, à Opus Gay e à Copos Night, estou condenado a passar despercebido. Se o meu trabalho tiver algum valor, esperem que eu morra! Entretanto vou continuando a remar contra a maré e o resto são cantigas... AGORA PASSEI A REFORMADO e pronto!!!"

40 anos de carreira

O CD que gravou em 2004, intitulado “D’Ouro”, pretende assinalar os seus 40 anos de carreira, sendo composto por uma série de “aguarelas musicais” sobre a região do Douro, como homenagem àquela que foi a terra onde nasceu e passou grande parte da sua vida. Ainda neste trabalho, pretende prestar homenagem a Adriano Correia de Oliveira e Carlos Paredes, dois nomes da música portuguesa que o marcaram bastante. Para a gravação, contou com músicos de qualidade e da sua inteira confiança, dos quais fazem parte os seus filhos, Carlos César Cunha e Carla Cristina Cunha, e outros, Serafim e Fátima Cunha, Sara Amorim, José Fidalgo, Fernando Peixoto, Michel e Pedro Pinto. Para além destes, contou ainda com a colaboração de alguns elementos do coro do NEFAP.

Ligações

URL: ccunha.com.sapo.pt

 

 

 

 

Pedro Madeira

Pedro MadeiraPedro Madeira nasceu a 11 de Novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas.

Desde cedo demonstrou uma forte vertente musical que teve expressão nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro “Oficina do Canto” de Montemor-o-Novo, do qual foi integrante durante 2 anos.

A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu, em 2006, com a possibilidade de participar no Festival da Canção Júnior. Nessa altura começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, “Deixa-me Sentir”.

Nesse mesmo ano, a 2 de Dezembro, representou Portugal, na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção.

Depois de um ano repleto de esperanças e conquistas, lançou o seu primeiro álbum “Dá-me a tua mão”, que o vem sedimentar na cena musical portuguesa.

Sem nunca deixar os estudos para segundo plano e, enquanto filho de pais professores, Pedro tem bem presente a necessidade de uma boa educação e pretende passar essa mensagem aos seus fãs. Atualmente na Universidade Católica de Lisboa, o jovem licenciado em Comunicação Social e Cultural frequenta o Mestrado de Televisão e Cinema.

Dotado de grande persistência e humildade, Pedro Madeira quer construir uma carreira sólida e estável, marcando um estilo próprio pelo qual deseja ser reconhecido.

O seu segundo trabalho “Viagem”, lançado em 2009, vem verificar todos estes objetivos e estabelecer a maturidade musical. O single “Descobre-me”, que fez parte da banda sonora da telenovela da TVI “Sentimentos”, dá o mote para o reconhecimento da essência do artista. “Quando pensares em desistir ou desaparecer. Levanta a cabeça, acredita, tu consegues vencer”.

Pedro MadeiraDepois dos êxitos alcançados com "Descobre-me" e "Tempo para viver", regressou para apresentar o promissor álbum “Onze”. A irreverência a que nos habituou de mãos dadas com o seu timbre único, fazem de “Onze” um disco especial. O cantor, autor e compositor continua a apostar na experiência de grandes nomes do panorama musical nacional para apadrinharem a sua jornada. A Ramón Galarza (produtor Xutos e Pontapés) juntam-se agora nomes como João Martins (produtor Da Weasel) e Carlos Juvandes (produtor Diego Miranda e Anselmo Ralph). “Onze” inclui o HIT “Tempo para viver”, lançado como single de avanço do projeto, e ainda o famoso tema “Inflamável” que deixa uma marca vincada na carreira do artista, batendo recorde atrás de recorde.

O ano de 2014 traz consigo um novo álbum, o 4º do cantor, e com ele nasce uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo cativando novos públicos. Os dois singles de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", dão-nos a conhecer essa nova evolução. Uma sonoridade mais abrangente e cativante pela sua essência poética.

Depois de conquistar o país, de deixar a sua marca na banda sonora de telenovelas de sucesso e de se afirmar como o único “Teen idol” português, regressa com a missão de aniquilar novas batalhas e de cortar novas metas, sempre ambicionando o impossível para que o possível seja a mais pura das rotinas.

Os dados foram lançados, as cartas estão na mesa, só nos resta assistir à contínua ascensão do menino que cresceu aos nossos olhos e que degrau a degrau se vai tornando numa figura incontornável do panorama musical do nosso país.

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