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Paulo Veloso

Paulo Veloso nasceu no Porto, em 1980, é um músico e compositor, com um estilo muito credenciado nos Blues - a sua especialidade. A sua performance denota as influências provenientes dos pianistas de blues títpicos de Chicago e também em mestres do Hammond B3 tais como Lucky Peterson e Booker T., caracterizando-se por uma dinâmica enérgica que evidencia toda a sua dedicação pelos Blues.

Em 1990 iniciou o estudo de piano clássico na Academia Parnaso com a professora Maria de Lourdes Alves, e a partir de 1994, estudou piano (harmonia e composição) na Escola de Jazz do Porto com a professora Paula Sousa. Apesar da sua formação base ser o piano, também toca guitarra e harmónica.

A partir de 1998 Paulo Veloso atuou em numerosos festivais de blues e de jazz (Gaia Blues, Santa Maria Blues - Azores, Évora Jazz & Blues, Matosinhos Jazz, Festival de Blues Béjar - Guarda,  Seia Jazz & Blues, Funchal Jazz, Praia Blues - Terceira Azores, Douro Blues, Jazz na Praça da Erva - Viana, Caminha Blues & Soul) para além das performances em festivais de Verão (Vilar de Mouros, Sudoeste, Festa do Avante, Marés Vivas), nas Queimas, nas primeiras partes da mini-tour de Robert Plant (Aula Magna e Coliseu do Porto), diversas concentrações de Motards, chegando a tocar até no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

Principal Atividade

Toca maioritariamente blues, tendo acompanhando cantores norte-americanos designadamente,  Zakiya Hooker (filha de John Lee Hooker), Ollan Christopher Bell (Natural 4) e Mable John, a famosa lead das Raelettes (Ray Charles), que foi a primeira cantora feminina a assinar pela Motown Records.

No panorama de blues nacional tocou com diversas bandas (Johnny Blues Band, Daniela Galbin, B-flat Blues Band, Indiana Blues Band, Judy Blue Eyes e pontualmente com a Minnemann Blues Band e Budda Power Blues). No contexto pop-rock toca com os Drive, André Indiana e Monica Ferraz.

Discografia

André Indiana -  Music For Nations | Indiana Blues Band - Blood Line | Drive - páginas de um dia | André Indiana - X-Glamour | Mónica Ferraz - Start - Stop

Budda Power Blues - One In a Million | André Indiana - A.I. | Monica Ferraz -(não titulado)

 

Ligações

Paulo Veloso - Delta Blues Sessions 1

Loading

LoadingLOADING - "Hiding Place of Dreams” - ELECTRONIC AMBIENT MUSIC

Os temas de LOADING apresentam uma sonoridade com diversas texturas sonoras, feitas através da utilização de sintetizadores que datam desde os anos 70, até aos modernos equipamentos utilizados na música elétrónica atual.

A mensagem inscreve-se sempre numa perspetiva onírica, muito apoiada nas reflexões de Aldous Huxley em As Portas da Percepção, de forma a levar o ouvinte a um processo de “alienação saudável”. Assiste-se ainda a um cruzamento da eletrónica com outros instrumentos musicais, como o caso do piano acústico e a integração da palavra através de metódicos exercícios de spoken word, como em I Like to See the World in Slow Motion onde um texto de José Luís Peixoto é dito por Cuca Roseta.

Miguel Neves“Um ponto essencial para que o Homem acontecesse foi a aquisição do pensamento simbólico. Os símbolos são usados para a comunicação entre as pessoas. Tal comunicação é, no Homem, a grande finalidade e denuncia o quão longe estamos do nosso próprio conhecimento. Comunicamos para além da necessidade material e a essa proposta chamamos arte. É que palavra não é suficiente, a imagem ajuda, o toque ajuda, o cheiro ajuda, mas a música preenche-nos e muitas vezes ultrapassa-nos na sua intencionalidade. A proposta de LOADING (Miguel Neves) leva cada um de nós a irmos para além de nós mesmos e a atingir uma alienação saudável. Ao ouvi-la, cada um de nós apenas consciente (liberto da consciência de si) pode regressar às sensações primeiras, quando as recebíamos apenas.

A. C.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

CUCA ROSETA
Spoken Words no tema “I Like to See the World in Slow Motion” (artista gentilmente cedida por Universal Music Portugal, S.A)

JOSÉ LUÍS PEIXOTO
Lyrics do tema “I Like to See the World in Slow Motion”

FERNANDA FREITAS
Spoken Words (Alice) no tema “Waiting for Alice”

Ligações
Cordeiro - Acessoria e Comunicação  Up Music Talents

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URL: Critica de João Lopes no Blogue Sound + Vision

www.facebook.com/loadingambientproject

Loading - HIDING PLACE OF DREAMS


Loading - Hiding Place of Dreams

 

Simon Blue

Simon BlueSimon Blue

Sete anos de aulas de piano e formação musical ainda criança ditaram, ao ritmo de alguma ingenuidade, o início de um percurso musical que viria, definitivamente, a marcar uma vida ancorada na música e no espetáculo.
Depois de duas bandas no espaço de 4 anos e pouco, o ano de 1993 assinalou a estreia de Simon Blue em televisão, no programa Momentos de Glória da TVI, com Manuel Luís Goucha. Em 1995, resolve mudar-se para Lisboa, decidido a construir uma carreira musical e nesse mesmo ano, é escolhido para o concurso Seleção Nacional da RTP, Festival da Canção, Gala da Bola, o programa Parabéns de Herman José, entre outros. No mesmo ano regressa a Portimão e retoma os “ArteKazeira”, desta vez reorganizada e com novos elementos, onde permanece por cinco anos.

Em 1996 com o impulso de um grande amigo, Mike Nolan, a banda transforma-se e surgem os “Avalon”, banda com a qual Simon Blue tem a oportunidade de mostrar o seu talento além-fronteiras, tempo em que destaca a passagem na Irlanda em Cork e Dublin. Em pouco tempo os convites para espetáculos começaram a surgir em grande número e rapidamente os concertos se estenderam a diferentes pontos daquele país. Ainda nesse ano, com os Avalon, viaja até à Alemanha, onde faz a abertura de um concerto de Gloria Gaynor, na Ópera de Frankfurt.

Simon BlueEm 1999 surgiu o convite de um dos maiores comediantes irlandeses da atualidade.

Brendan o'Carrol, para que Simon Blue e a sua banda integrassem o elenco de uma das suas melhores comédias, Mrs Brown, onde pela primeira vez experimenta o teatro musical e até 2003, ano em que os Avalon chegam ao fim do seu percurso, não houve um ano sem uma tour na Irlanda com este grupo.

Começa então a sua carreira a solo, com espetáculos vários na Irlanda e na Alemanha.

Em 2007 inicia um novo projeto a solo com o produtor/músico Tuniko Goulart. Da fusão de duas influências musicais tão distintas resulta a combinação perfeita, mas a agenda sobrecarregada e a exigência colocada em cada detalhe por ambos, vai sucessivamente adiando o fim da produção deste CD.

Concluído “Times Of Trouble”, Junho de 2013, é a data escolhida para o lançamento deste CD de originais.

Criatividade, harmonia e inspiração, são a tónica deste espectáculo de Simon Blue.

Aqui a atualidade, apresenta-se numa voz madura, letras positivas mas conscientes da realidade do mundo e melodias de uma harmonia contagiante.

“Times of Trouble” é um trabalho intenso, a que ninguém consegue ficar indiferente. Transporta-nos no “portal do tempo” numa viagem entre o passado, o presente e o futuro plena de harmonia entre o amor e a esperança “do sentir”.

Atravessa gerações, pois mexe com memórias que a todos abraçam, entre velhos temas com novos arranjos, e novos sons que nos envolvem e nos fazem vibrar.

“In diferente ways” o amor é tratado com a beleza simples que tolda as emoções de todos aqueles que se recusam a deixar de acreditar.

Simon Blue é dono de uma voz segura e forte, com os “rasgos” que só grandes vozes sabem dar e é acompanhada, por extraordinários músicos como Tuniko e Giovani Goulart, a cujos solos e ritmos ninguém consegue ficar indiferente, sempre acompanhados com o groove do baixista Paulo Luz. As harmonias contagiantes do piano de Tiago Sequeira, envolvem todo o talento em palco e patente neste trabalho, que a cada dia que passa tem mais fãs.

Ligações Up Music TalentsPaula Cordeiro

 Simon Blue - Times Of Trouble

 www.facebook.com/simonblue

Management:

Andreia Sant`Ana

Jean-Pierre Silva

Jean Pierre

 

Diplomado pela Faculdade de Letras da UCP - Viseu e pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UL, é professor de línguas e literaturas modernas.

Foi fundador e 1.º director musical do Real Tunel Académico – Tuna Universitária de Viseu (entre 1991 e 2001) e da Tuna da UCP de Viseu (entre 1992 e 1994), além de membro fundador da QuarenTuga (2016).

Fundou e dirigiu, igualmente, o Orfeão Académico daquela cidade, entre 1993 e 1995, com o qual participou na gravação do CD “Antologia dos Melhor Coros da Beira Alta”, em 1995. Regeu alguns coros, sendo fundador e  maestro do Chorus CSD de Lisboa (com trabalho destacado em arranjos e orquestrações para coro e orquestra, nomeadamente na vertente litúrgica).

Autor e compositor, logra alcançar, em 1993, o 1º lugar, no Festival de Lafões, organizado pelo famoso grupo de música popular Alafum,  e, no âmbio das tunas, vários temas seus constam dos CD, “Viseu Aqui Eu Te Canto” (1995), “Trovas Soltas “ (1998) e “Trilhos” (2011); sendo que outros,  de teor litúrgico, são interpretados por diversos coros (do país e do estrangeiro).

É membro registado da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Ao longo da sua vida académica, ocupou diversos cargos como dirigente associativo (Associação Académica, Pastoral do Ensino Superior e Federação Académica - em Viseu).

Também pela sua actividade tunante, foi galardoado com diversos prémios (atribuídos da AAV e pela UCP de Viseu), destacando-se o Prémio “Arte&Cultura” e o Prémio “Augusto Hilário” (ambos por 2 vezes, em 1998 e 1999), bem como, em 2020, ter recebido o de "Mérito Académico", além de ter sido nomeado Sócio Honorário da AAV.

Foi orador no II, III, IV, V, VI, VIII e IX ENT (Encontro Nacional de Tunos), bem como no II Congresso Ibero-Americano de Tunas (Múrcia 2014) e no II TUNx (Porto, 2016), além das suas diversas participações nas rubricas tuneris da PTunas TV ("Tunices" e "Tuna Portugal").

 Em 2009, recebe o prestigiado "Prémio Anim’Arte", atribuído pelo GICAV (Viseu).

 Autor do blogue "Além Tunas", é também administrador do grupo de facebook Tunas&Tunos, membro colaborador do Museo Internacional del Estudiante, antigo investigador colaborador da associação internacional TVNAE MVNDI e foi subdirector de informação do portal PortugalTunas, em 2011-2012.

Em 2013, junto com Ricardo Tavares, funda o Museu Fonográfico Tuneril, de que é actualmente responsável.

É membro do Comité Científico da Revista "Legajos de Tuna"desde 2017 (revista para a qual escreve diversos artigos sobre a Tuna portuguesa) e, em 2020, é-lhe conferido estatuto de  Membro Honorário da associação TUDI (Tunos Decanos de Iberoamérica), fazendo parte do seu Comité Científico Internacional.

Tem integrado diversos júris em certames por todo país, tem igualmente participado, como orador, em palestras sobre Tradições Académicas (organizadas por diversos grupos/instituições estudantis), área à qual estende o seu interesse e estudo (sendo autor do blogue "Notas&Melodias").

Em 2021, é co-fundador da Academia de História da Tuna.

 

Apoios Bobina Studio