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Adolfo Luxúria Canibal

Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo artístico de Adolfo Morais de Macedo, nascido em Dezembro de 1959 na cidade de Luanda, em Angola. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, exerceu a advocacia nesta cidade até 1999. É desde 1989 consultor jurídico na Administração Central, na área da Conservação da Natureza. Na qualidade de especialista em Direito do Ambiente foi orador convidado em diversos congressos e seminários, portugueses e estrangeiros, e professor em cursos de formação, de pós-graduação e de mestrado. Integrou de 1993 a 1999 um Grupo de Peritos Jurídicos da Convenção de Berna, junto ao Conselho da Europa, em Estrasburgo.

 Anos 80 Anos 90 2000 em diante

João Paulo Sousa

Nasce em Viseu em 1966, onde reside. Licenciado em Direito pela FDUC, é Advogado.

Membro dos Grupos de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã” e “Grupo de Canto e Guitarra do Orfeão de Viseu”, sendo autor e arranjador de várias composições.

Músico residente da banda de acompanhamento da cantora Isabel Silvestre.

É Professor, desde o ano letivo de 2006/2007, do curso de Guitarra Portuguesa (variante de Coimbra) no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão, em Viseu, onde tem a Direcção do Ensemble de Guitarras Portuguesas.

Foi seccionista da Secção de Fado da AAC. Membro da Estudantina Universitária de Coimbra;

Membro fundador da Tuna Académica Infantuna Cidade de Viseu.

Publica em Maio de 2002, através da Palimage Editores a monografia intitulada “Dez Anos de Infantuna – Contributo Para a Memória de UM Fenómeno”.

Publica em Março de 2012, em coautoria com Eduardo Coelho, Jean Pierre Silva e Ricardo Tavares a obra “QVID TUNAE – A Tuna Estudantil em Portugal”.

Conferencista em várias ocasiões no âmbito da temática da Tuna estudantil.

Deserto

DesertoDeserto

Quarteto de Rock cantado em português. Quatro gerações criadas e inspiradas na vida suburbana ao redor da Grande Lisboa, encontram-se aqui no DESERTO, após 20 anos de rock em outros projetos como: Ex Votos, Sugar Baby Condoms, Khaos, MegaHertz, Lachrima Christi, Slamo, Why Angels Fall, Alternative 4, The Brunch. Reencontram-se na velha cidade que os criou e delinearam o seu próprio DESERTO. Com a inspiração gráfica de um velho amigo a completar a travessia e para contemplar o que se ouve, o que se sente!

“Querem tornar-nos um deserto de cultura, um deserto de educação, um deserto de valores. A música pode mudar o mundo! Não é apenas um lugar comum… é a cultura, estúpido! Esta é a nossa contribuição!”

Deserto - Formação

Deserto - Side B - louge live club

LigaçõesPaula Cordeiro Up Music Talents

URL: galandum.co.pt

facebook.com/Desertoproject

youtube - Deserto

viemo - Deserto -Filhos do Deserto

Tuna/ Estudantina

Tendo surgido inicialmente em Espanha, em meados/finais do século XIX com a designação de "estudiantinas", as tunas são agrupamentos musicais tanto de âmbito popular (urbano e rural) como estudantil. São constituídas, essencialmente, por cordofones plectrados, dedilhados e friccionados acompanhados de acordeôes, flautas e percussão ligeira. Nos agrupamentos de cariz estudantil, as pandeiretas são ícone histórico indispensável.

As tunas podem apresentar-se em palco tanto sentadas (em disposição orquestral clássica) como de pé. Interpretam um repertório eclético, do erudito ao popular, acompanhando a execução instrumental com canto (a solo ou em coro), característica mais visível nos agrupamentos de estudantes.

As tunas estudantis, e em especial as do foro universitário, envergam o traje da academia em que se integram ou indumentária própria (usualmente baseada na tradição das tunas do país vizinho e/ou evocativo do património cultural local). São normalmente constituídas por estudantes e antigos estudantes, recebendo a designação de "tunas de veteranos" ou "quarentunas" quando exclusivamente compostas por estes últimos.

Em Portugal, as tunas conheceram uma larguíssima difusão fora dos meios universitários até à década de 1990. De facto, no meio estudantil, foram um fenómeno muito mais liceal do que universitário.

No meio popular, tomaram diversas designações - estudantina, ronda, orquestra típica. Originalmente constituídas por "instrumentos de tuna" (os instrumentos da família do bandolim) - "instrumentos que permitem que as pessoas que não sabem música toquem para pessoas que a sabem" (no dizer inspirado, se bem que não inteiramente verdadeiro, de um popular e transmitido por Ernesto Veiga de Oliveira), as tunas foram progressivamente sendo "infiltradas" pelos instrumentos tradicionais de cada região, a ponto de se confundirem com as tocatas regionais, sendo que estes instrumentos (principalmente o bandolim) também transitaram para a esfera da etnografia, acabando por se fundir no fundo tradicional.

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