Passados 30 anos, Júlio Pereira regressa ao instrumento que se colou à sua imagem de compositor e instrumentista que marcou decisivamente os caminhos da música popular portuguesa – o cavaquinho.
Os temas do seu novo CD - Cavaquinho.PT - são da autoria do compositor, que convida algumas vozes que com ele costumam trabalhar: Uxía, Sara Tavares, Luanda Cozetti.
Mas este não é apenas um regresso ao que já era a reactualização de um instrumento tradicional; antes um passo novo para a história do pequeno cordofone que, a partir do Minho, deu a volta a todos os continentes e hoje se afirma como protagonista da música de todo o mundo.
Para além de ser um produto autónomo de criação musical, que se basta a si próprio, CAVAQUINHO.PT inclui um livro sobre os tempos, modos e lugares em que o pequeno instrumento se foi revelando.
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Haverá sempre um quando e um onde para começar um novo grupo: uma cidade, como Coimbra, um ano qualquer, como 2010 ou 2011, ou um encontro entre cinco pessoas e uma ambição comum. Talvez por isso mesmo pareça que os Macadame não procuram reinventar a música tradicional, prestar-lhe uma homenagem criativa, enérgica ou reverente. Parece, antes, que ao ouvi-los conseguimos ouvir a mesma música que nos é familiar, mas contada por quem adquiriu aquele jeito enlevado de a ouvir e mostrar: sem pó nem maquilhagem, sem rugas nem artifícios, sem mais do que o filtro fino da experiência de quem a ouve como a ouve, e assim mesmo a pretende partilhar. Quando se estrearam em Coimbra, em 2011, os Macadame deram a conhecer a sua particular abordagem à música popular portuguesa: uma abordagem marcada pelo convívio animado entre a eletrónica e os temas populares, entre os instrumentos elétricos e os tradicionais, e em que diversas influências confluem para a criação de um universo muito próprio e envolvente. Estreia Quando se estrearam em Coimbra, em 2011, os Macadame deram a conhecer a sua particular abordagem à música popular portuguesa: uma abordagem marcada pelo convívio animado entre a eletrónica e os temas populares, entre os instrumentos elétricos e os tradicionais, e em que diversas influências confluem para a criação de um universo muito próprio e envolvente. Foi nesse universo que surgiu Pão Quente e Bacalhau Cru, o álbum de estreia da banda que ao longo dos últimos anos realizou diversos concertos e marcou presença em Guimarães – Capital Europeia da Cultura (2012).
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Com apenas 6 anos de idade iniciou os seus estudos de piano. Continuando o seu percurso, deu mais alguns passos, e com 10 anos cantou e tocou para uma vasta plateia no Theatro Circo de Braga. O gosto pela música foi crescendo, levando-o ao aperfeiçoamento da técnica de canto, piano e de guitarra, através de várias formações livres. Com 18 anos ingressou no Conservatório de Música nas Caldas da Saúde (ARTAVE), onde integrou o Coro de Câmara Manuel Faria, com Direção do Maestro Roberto Perez. Mais tarde concluiu a Licenciatura em Educação Musical, na Escola Superior de Viana do Castelo (ESE). Paralelamente continuou com aulas de canto na Companhia da Música de Braga. A paixão pela música levou-o a concorrer a vários programas televisivos, tais como "Cantigas da Rua"(SIC); "Estrelas do Mar" (RTP), "Nasci para a música" (TVI), "Big Show SIC" (SIC) e "Olá Portugal" (TVI), salientando-se que nos três primeiros foi vencedor nas eliminatórias. Atualmente, é professor de Educação Musical no Colégio João Paulo II em Braga, dirige o Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga, coro ACIJE (Esporões, Braga), Coro do Pópulo (Braga, centro), Coro de Cabanelas (Vila Verde) e leciona técnica vocal no coro da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde. É também mentor e Diretor Artístico da CEA (Cooperativa de Ensino Artístico) e Diretor Musical no Grupo de Teatro da ACIJE. Paralelamente ao percurso académico integrou inúmeros projetos e formações musicais ao longo de 15 anos, desde clássico, jazz e pop/ligeira. É autor de diversas canções Infantis, Marchas de Santo António, Hino ao Duque de Bragança, Hinos políticos de Campanhas Nacionais dos diversos partidos e Hinos de Associações de Solidariedade. |
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Em Novembro de 2013, Hugo Torres lançou para o mercado nacional e internacional o seu primeiro CD de originais, inicialmente via digital e posteriormente o CD físico no mercado Português. O seu CD teve como produtor e guitarrista o conhecido Manuel d’Oliveira que acompanhou vários artistas, como por exemplo Dulce Pontes. Como produtor trabalhou em projetos como JustGirls, Muxima, HMB, etc... Este Cd contou também com a participação de alguns músicos internacionais bem conhecidos de todos, tais como, Marito Marques, Yami (Fernando Araújo), Carlos Garcia e Tiago Oliveira. Desde então realiza concertos com banda composta por seis elementos em palco, publicitando Trilhos no seu projeto a solo. Este CD é composto por dez temas originais de Hugo Torres, que refletem essencialmente as vivências do seu caminho, a sinergia das cores musicais e o seu lado simples mas romântico. No seu disco “Trilhos”, gravado em Sintra, encontramos uma sonoridade Pop/Rock num estilo musical semelhante a grandes nomes da música nacional, tais como André Sardet, Rui Veloso, João Pedro Pais... Um álbum que, com uma combinação bem trabalhada de letras e acordes, veio enriquecer a música portuguesa, direcionado a um público cada vez mais exigente. O disco está disponível para compra em diversas plataformas OnLine como também em diversos postos de venda de todo o país, tais como, Fnac, CTT, Worten entre outros. Já foram vendidas mais de 3000 cópias, assegurando o sucesso deste primeiro trabalho discográfico de Hugo Torres. O primeiro single “Mãos” fez parte da banda sonora da ficção nacional “Doida por ti” (TVI) e pode continuar a ser ouvido nas rádios nacionais e nos diversos programas televisivos que tem participado como convidado (RTP,SIC, TVI e Porto Canal). Na gaveta ficam ainda dezenas de temas originais, tais como: Ana Maria, A Ruela da Portela; Give Me;… para descobrirmos brevemente no próximo álbum. |
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