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Dança dos Homens

Oriundo de Braga, “Dança dos Homens” é uma banda Folk, que interpreta temas tradicionais de recolhas com toda a liberdade da fusão com o Rock acústico... Um Folk diferente a escutar...

O trabalho da banda Dança dos Homens baseia-se em temas populares tradicionais portugueses quase exclusivamente vocais, o que permite explorar sem condicionamentos as potencialidades harmónicas e orquestrais das melodias, inicialmente reduzidas à sua expressão mais simples. Combinando essas raízes musicais com uma instrumentação acústica exuberante, harmonias vocais e ritmos por vezes complexos, a formação de cinco músicos, que se distribuem por duas guitarras, bandolim, baixo acústico, cajon, flautas e harmónica, criou um estilo próprio, fruto de influências que vêm trazer novos ambientes à música folk, e surpreendem quem escuta pela primeira vez, apercebendo-se de toda a riqueza que está contida em pequenos versos e linhas melódicas, que são contudo enunciados elementares da alma do povo.

Formação
 

 José Luís Guimarães

(Guitarra Folk, Voz, flautas e harmónica)

António Simões

(Guitarra e Voz)

Paulo Peixoto

(Percurssões e Voz)

Firmino Neiva

(Baixo Acústico e Voz)

Daniel Pereira

(Bandolim e Voz) 

Ligações

Dança dos Homens  – Vésperas - Instrumental

Dança dos Homens – Senhora dos Remédios

Dança dos Homens – O que estriga tenho da roca

Dança dos Homens – Maçadeiras do meu linho

 

 

 

 

Entrevista - António Victorino de Almeida

António Vitorino de Almeida

Entrevista com António Victorino de Almeida onde nos fala, para além da sua vasta carreira musical, da sua visão sobre a situação atual do país, do atual panorama da música em Portugal e não só.

“… que existam orquestras sinfónicas, deveriam existir quatro ou cinco no país, porque temos material humano para isso!...”

e

“Deixem-me ajudar!”

são algumas das vontades expressas pelo Maestro nesta conversa com o Música e Músicos.

Novos Restelos

Novos RestelosNovos Restelos

Fazendo jus ao nome Novos Restelos, eles "partiram" em busca de novas expressões da Música Portuguesa nunca descurando o que há demais marcante em termos de influências várias das quais souberam fazer um aproveitamento muito "sui generis".

António Augusto, José Lage e Mário Caeiro promoveram este projeto com uma rota previamente definida, da qual resultaram trajetórias que passaram pela divulgação de canções portuguesas não-originais com novos arranjos instrumentais, até a uma seleção de músicos onde as dinâmicas de trabalho permitissem um bom trabalho de equipa. Um conjunto de temas originais de António Augusto, culminou nos inéditos que agora apresentam no seu primeiro CD “Trilhos”.

São "Restelos" porque o projeto nasce no Restelo, precisamente no local onde no século XV os Portugueses partiram para os Descobrimentos. São "Novos" porque pretendem integrar-se sempre em novos ambientes sonoros na Música Portuguesa.

Os músicos são: António Augusto (voz e guitarras); José Lage (teclas); Mário Caeiro (acordeão e voz); Torcato Rocha (baixo e voz); Sérgio Costa (bateria e percussão) e Zé Manel (guitarras).

Novos RestelosO gaiteiro Paulo Marinho (Gaiteiros de Lisboa, Sétima Legião) e a fadista Tânia Oleiro participaram como convidados especiais neste projeto, além de um coro de alunos da turma J do quinto ano da Escola El-Rei D. Manuel I de Alcochete (2010/2011).

Tendo por temática dominante o Amor, as canções dos Novos Restelos, incorrem numa banalidade melódica e na simplicidade da harmonia. Bem sabemos que só a leitura de um verso, poderá ter na sua entoação musicalidade, mas também sabemos que para muitos "um verso sem música é como um rio sem água".

LigaçõesPaula Cordeiro 

Up Music Talents

Novos Restelos - Dança a dois

www.facebook.com/pages/Novos-Restelos

Rui Rodrigues

Rui Rodrigues nasceu em Amarante a 14 de Julho de 1978 e reside em Braga desde 1985.

É licenciado em Comunicação Social e pós-graduado em Informação e Jornalismo pela Universidade do Minho. Baterista independente (autodidata aos quinze anos e, mais tarde, aluno particular de Wagner Ribeiro de Carvalho e de Michael Lauren) e membro cofundador dos Big Fat Mamma, dos Red House Blues Band e dos Pyroscaphe, realizou diversos espetáculos em território nacional e também no estrangeiro, tendo participado não só em eventos musicais variados, mas também em espetáculos teatrais. Dos concertos realizados com os Big Fat Mamma contam-se, de entre muitos, aqueles que lhes permitiram sair vitoriosos da V edição do festival “Termómetro Unplugged”, e da III edição do Festival de Música Moderna de Gondomar (ambos tiveram lugar em 1998).

Atualmente é diretor artístico e membro cofundador da Associação Bombos com Alma e autor do Manual de Percussão Tradicional - Grau I Minho. Colabora assiduamente com a Escola Profissional de Braga e com o Colégio Luso Internacional de Braga e pontualmente com várias instituições de ensino. Trabalhou em música com Big Fat Mamma, Red House Blues Band, Pyroscaphe, At Freddy’s House, Budda Power Blues, Trio Pagú, Galandum Galundaina, Miguel Pedro Guimarães (Mão Morta), Mafalda Arnauth, Carlos Nobre (Pacman), Miguel Ferreira (Clã), Sandy Kilpatrick, Peyo Peev e, em teatro, com António Fonseca, António Durães, Miso Ensemble e Paulo Castro.

Compôs mais de 20 temas originais para diversos grupos de percussão tradicional de todo o país.

Apoios Bobina Studio

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