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João Ramalheiro

João Carlos Ramalheiro é licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Coimbra e tem o 3.º Grau de Guitarra Clássica do Conservatório de Coimbra. Atualmente, é professor em vários projetos inovadores na área da Educação Musical, Diretor Pedagógico do IMMA (Instituto de Música Moderna e Artes) e Diretor Executivo da empresa INSIGNIO LABS (Desenvolvimento de Software/Jogos Didáticos).

Nascido em Isny im Allgäu na Alemanha, muito cedo esteve ligado à via artística e a vários projetos musicais, desde bandas de garagem, até à gravação de discos de temas originais. Com 21 anos de idade regressa a Portugal com a missão de conhecer as raízes dos seus pais e dedicar-se aos estudos que o levam entre outros cursos à sua licenciatura na área da Educação Musical. Hoje é proprietário e Diretor Pedagógico do Instituto de Música Moderna e Artes, dinamizando a Educação artística e propagando a importância do ensino artístico e contemporâneo. Entre outras evidências, o IMMA conta até à data com ingressões bem-sucedidas de alunos em cursos superiores na área da música, bem como, em concursos nacionais como Golden Voice Talent Competition – SEAT, Blim Records e AUREA (1.º e 2.º lugar), Factor X…

 

 

Ligações 

URL: www.youtube.com/user/JCRRock

URL: soundcloud.com/jcramalheiro

URL: insigniolabs.com

URL: insigniolabs.com/flutemaster

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Projectos

IMMA

Lighthousepeople

 

 

Paulo Peixoto

Paulo Peixoto

A música surgiu cedo na vida de Paulo Peixoto, muito por influência familiar. Com um avô, tios, pais e um irmão apaixonados pela música, Paulo Peixoto depressa percebeu qual era o seu grande amor.

Em 1982 formou o grupo Anima, juntamente com Firmino Neiva, Manuel Beleza, Zé Menezes e Casimiro Talaia, para tocar standards e originais, na área do Jazz e da Fusão.

Em 1986, a convite de Pedro Abrunhosa, foi percussionista da Orquestra de Jazz do Porto, que foi o embrião dos futuros projetos do conhecido cantor português. Nesta época, estudou e tocou com Rui Júnior, na Escola de Jazz do Porto e integrou diversas formações, com Edgar Caramelo, Mário Laginha e outros.

Em 1996, juntamente com Manuel Beleza e Manuel Marques, formou o trio Sonoridades e participou no Festival de Jazz de Matosinhos e nas Jam Sessions do Festival de Jazz de Guimarães ao lado de músicos como Carles Benavent, Chano Dominguez, Jorge Pardo, Martin France, Nguyên Lé e outros.

Do seu percurso fazem parte ainda a participação no grupo Som Ibérico que se focalizava em novas abordagens da música Portuguesa, com uma vertente de música improvisada, no projeto Dança dos Homens, composto por músicos de várias áreas musicais, que exploram sonoridades que vão do Rock, à música Celta e a influências do Jazz e o grupo Origem Tradicional, com Daniel Pereira " Cristo ", Casimiro Pereira e outros amigos, com uma forte aposta na música das nossas raízes.

Para além deste trabalho, tem colaborado em vários projetos, como o trio de João Galante, André Sarbib e gravações em diversos contextos.

André do Audio

André do AudioAndré do Audio Acordes de palavras… uma forma de viajar no Tempo!

Tem airplay em rádios regionais/locais de Portugal, e - uma aqui e outra ali - em França, Canada, São Paulo. Um importante passo foi também dado, ao ter tido o tema "Sms" a rodar num dos mais emblemáticos bares/discotecas de Lisboa, o "JAMAICA"!

Fez também a sonoplastia e mistura das Curtas "MK SpitFire" e " As the days went by" , de Filipa Ruiz ; e a banda sonora (musica, sonoplastia e mistura ) das Curtas "Mau Vinho" e "O Tesouro", de Marcantónio del Carlo e Gonçalo Silva.

 

Antes disso tudo, passou de aprendiz de compositor às bandas de rock, e daqui a aprendiz de som (para poder gravar as suas bandas), entrando no mundo do áudio, passando a aprendiz de pós-produção e tornando-se Sonoplasta.

Soma aos Jingles, inúmeros spots de Tv e Rádio, feitos para todo o espectro de Anunciantes, principais Marcas e Agências de Publicidade.

André do Audio - OficinaAndré do Audio - "Oficina"

Acordes de palavras… uma forma de viajar no Tempo!

Autor, compositor, instrumentista, intérprete, produtor, masterizador, e caminhante profissional, das suas canções e álbuns, André do Áudio, apresenta após dois EP`s o seu primeiro álbum – “Oficina”!

Cada canção é um momento Kodak, associada à altura, à pessoa ”...as cenas saem-me e vou escrevendo. São sons, que dão em acordes de palavras, canalizando o que sinto em determinado momento... Daí o momento Kodak. Uma forma de viajar no Tempo!”

Não há processo de composição determinado, é um prolongamento da alma, um sentimento que acontece e cada um tem a sua forma de o fazer… chegar à música, é bem mais fácil que torná-la numa canção!

“Oficina” é o seu "estúdio", são os transportes públicos, e a sua cabeça… onde o processo de criação acontece. A sua vontade desde o início, foi fazer um álbum folk... Simples. Depois o álbum foi crescendo e ganhou com as várias influências vindas dos álbuns anteriores. O Rock do "Lazy Ratz" , o Folk do "The Little Folks", os Sintetizadores e Programações do “ Land of Lound Devotion”, e o Pop do "Myself Together".

Depois de três álbuns em inglês e dois EP´s em português, André do Áudio apresenta o seu novo álbum ”Oficina”, um misto explosivo de “corte e acorde” mais uma vez digital, através da Nmusic, Meo Music, Amazon, Spotify, Google play, Itunes etc, com acesso gratuito através do APP , e do seu site.

LigaçõesPaula Cordeiro  Up Music Talents

URL: andredoaudio.wix.com/andredoaudio

André do Audio

facebook.com/pages/Andre-do-Audio

Contacto para Entrevista

 

Cordeiro - Assessoria e Comunicação

Paulo Veloso

Paulo Veloso nasceu no Porto, em 1980, é um músico e compositor, com um estilo muito credenciado nos Blues - a sua especialidade. A sua performance denota as influências provenientes dos pianistas de blues títpicos de Chicago e também em mestres do Hammond B3 tais como Lucky Peterson e Booker T., caracterizando-se por uma dinâmica enérgica que evidencia toda a sua dedicação pelos Blues.

Em 1990 iniciou o estudo de piano clássico na Academia Parnaso com a professora Maria de Lourdes Alves, e a partir de 1994, estudou piano (harmonia e composição) na Escola de Jazz do Porto com a professora Paula Sousa. Apesar da sua formação base ser o piano, também toca guitarra e harmónica.

A partir de 1998 Paulo Veloso atuou em numerosos festivais de blues e de jazz (Gaia Blues, Santa Maria Blues - Azores, Évora Jazz & Blues, Matosinhos Jazz, Festival de Blues Béjar - Guarda,  Seia Jazz & Blues, Funchal Jazz, Praia Blues - Terceira Azores, Douro Blues, Jazz na Praça da Erva - Viana, Caminha Blues & Soul) para além das performances em festivais de Verão (Vilar de Mouros, Sudoeste, Festa do Avante, Marés Vivas), nas Queimas, nas primeiras partes da mini-tour de Robert Plant (Aula Magna e Coliseu do Porto), diversas concentrações de Motards, chegando a tocar até no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

Principal Atividade

Toca maioritariamente blues, tendo acompanhando cantores norte-americanos designadamente,  Zakiya Hooker (filha de John Lee Hooker), Ollan Christopher Bell (Natural 4) e Mable John, a famosa lead das Raelettes (Ray Charles), que foi a primeira cantora feminina a assinar pela Motown Records.

No panorama de blues nacional tocou com diversas bandas (Johnny Blues Band, Daniela Galbin, B-flat Blues Band, Indiana Blues Band, Judy Blue Eyes e pontualmente com a Minnemann Blues Band e Budda Power Blues). No contexto pop-rock toca com os Drive, André Indiana e Monica Ferraz.

Discografia

André Indiana -  Music For Nations | Indiana Blues Band - Blood Line | Drive - páginas de um dia | André Indiana - X-Glamour | Mónica Ferraz - Start - Stop

Budda Power Blues - One In a Million | André Indiana - A.I. | Monica Ferraz -(não titulado)

 

Ligações

Paulo Veloso - Delta Blues Sessions 1

Apoios Bobina Studio

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