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Sara Braga Simoes

Sara Braga Simoes, Soprano

Sara Braga Simões formou-se em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto em 2001, tendo mais tarde tirado o Mestrado na Universidade de Aveiro em 2011. Atualmente está a fazer o doutoramento em “Music Performance” na Universidade de Aveiro.

Sara Braga Simões venceu vários prémios nacionais e internacionais. A crítica internacional de ópera descreve-a como uma soprano de extensão impressionante (Opera Now) e com um desempenho excecional (Opera Magazine).

É convidada regular nas temporadas do Teatro Nacional de São Carlos e nos principais teatros, salas de concerto e festivais de música portugueses. Tem-se apresentado, também, em Espanha, França, Inglaterra, Eslovénia, Andorra e Moçambique.

Em ópera, interpretou dezenas de papéis principais dos quais se destacam Pamina (A Flauta Mágica), The Governess (The Turn of the Screw, Britten), Gretel (Hänsel und Gretel), Susanna (Le Nozze di Fígaro), Rita (Donizetti), Zerlina (Don Giovanni), Despina (Così fan Tutte), entre dezenas de outros.

O seu repertório concertístico abarca obras de compositores como Händel, Pergolesi, Vivaldi, Ravel, Berio, George Crumb, George Benjamin, Peter Maxwell Davies e também as obras Messiah de Händel (com a orquestra Metropolitana), Ein Deutsches Requiem de Brahms, Gloria de Poulenc (ambos para o Teatro Nacional de São Carlos) e Des Knaben Wunderhornde Mahler (para a Casa da Música), entre outras.

Sara Braga Simões foi a soprano escolhida para o papel principal feminino na estreia absoluta de sete óperas do século XXI e para a estreia de muitas obras de compositores consagrados como João Pedro Oliveira, Nuno Côrte-Real, Luís Tinoco, Carlos Azevedo e Aubert Lemeland. Destaca-se a estreia absoluta da ópera O Sonho de Pedro Amaral, em Londres, com a London Sinfonietta.

Foi dirigida por maestros como: Lawrence Renes, Martin André, Stefan Asbury, Peter Rundell, Johannes Willig, Laurence Cummings, Marcos Magalhães, Ferreira Lobo, Cesário Costa, António Saiote, Marc Tardue, Osvaldo Ferreira, Pierre-Andre Valade, entre outros.

Os seus concertos são frequentemente gravados pela RTP e RDP. Gravou, com o pianista Luís Pipa, a integral da obra para Canto e Piano de Eurico Thomaz de Lima.

Ao longo do seu percurso académico, Sara Braga Simões teve como mestres Manuela Bigail, Rui Taveira e Peter Harrison.Continuou os seus estudos em Londres com Susan McCulloch. Atualmente, recebe orientação de Elisabete Matos

Ligações

URL: sarabragasimoes.blogspot.pt

 Sara Braga Simões

Jean-Pierre Silva

Jean Pierre

 

Diplomado pela Faculdade de Letras da UCP - Viseu e pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UL, é professor de línguas e literaturas modernas.

Foi fundador e 1.º director musical do Real Tunel Académico – Tuna Universitária de Viseu (entre 1991 e 2001) e da Tuna da UCP de Viseu (entre 1992 e 1994), além de membro fundador da QuarenTuga (2016).

Fundou e dirigiu, igualmente, o Orfeão Académico daquela cidade, entre 1993 e 1995, com o qual participou na gravação do CD “Antologia dos Melhor Coros da Beira Alta”, em 1995. Regeu alguns coros, sendo fundador e  maestro do Chorus CSD de Lisboa (com trabalho destacado em arranjos e orquestrações para coro e orquestra, nomeadamente na vertente litúrgica).

Autor e compositor, logra alcançar, em 1993, o 1º lugar, no Festival de Lafões, organizado pelo famoso grupo de música popular Alafum,  e, no âmbio das tunas, vários temas seus constam dos CD, “Viseu Aqui Eu Te Canto” (1995), “Trovas Soltas “ (1998) e “Trilhos” (2011); sendo que outros,  de teor litúrgico, são interpretados por diversos coros (do país e do estrangeiro).

É membro registado da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Ao longo da sua vida académica, ocupou diversos cargos como dirigente associativo (Associação Académica, Pastoral do Ensino Superior e Federação Académica - em Viseu).

Também pela sua actividade tunante, foi galardoado com diversos prémios (atribuídos da AAV e pela UCP de Viseu), destacando-se o Prémio “Arte&Cultura” e o Prémio “Augusto Hilário” (ambos por 2 vezes, em 1998 e 1999), bem como, em 2020, ter recebido o de "Mérito Académico", além de ter sido nomeado Sócio Honorário da AAV.

Foi orador no II, III, IV, V, VI, VIII e IX ENT (Encontro Nacional de Tunos), bem como no II Congresso Ibero-Americano de Tunas (Múrcia 2014) e no II TUNx (Porto, 2016), além das suas diversas participações nas rubricas tuneris da PTunas TV ("Tunices" e "Tuna Portugal").

 Em 2009, recebe o prestigiado "Prémio Anim’Arte", atribuído pelo GICAV (Viseu).

 Autor do blogue "Além Tunas", é também administrador do grupo de facebook Tunas&Tunos, membro colaborador do Museo Internacional del Estudiante, antigo investigador colaborador da associação internacional TVNAE MVNDI e foi subdirector de informação do portal PortugalTunas, em 2011-2012.

Em 2013, junto com Ricardo Tavares, funda o Museu Fonográfico Tuneril, de que é actualmente responsável.

É membro do Comité Científico da Revista "Legajos de Tuna"desde 2017 (revista para a qual escreve diversos artigos sobre a Tuna portuguesa) e, em 2020, é-lhe conferido estatuto de  Membro Honorário da associação TUDI (Tunos Decanos de Iberoamérica), fazendo parte do seu Comité Científico Internacional.

Tem integrado diversos júris em certames por todo país, tem igualmente participado, como orador, em palestras sobre Tradições Académicas (organizadas por diversos grupos/instituições estudantis), área à qual estende o seu interesse e estudo (sendo autor do blogue "Notas&Melodias").

Em 2021, é co-fundador da Academia de História da Tuna.

 

Giovani Goulart

Giovani Goulart descendente de uma geração de músicos desenvolveu desde cedo o gosto e a identificação com o piano, percussão e a bateria.

Músico brasileiro, com dezenas de trabalhos editados como produtor musical e arranjador, traz na sua trajetória passagens musicais por palcos internacionais e festivais de renome mundial, tanto quanto uma sólida formação académica que culmina com a Licenciatura em Musicologia na Universidade do Minho em Braga - Portugal.

Foi para a Alemanha desenvolver workshops de percussão e bateria e, após residir quatro anos em Frankfurt, surge o convite para fazer orquestrações e arranjos em Portugal em 1993, iniciando assim, um ciclo de shows e gravações que lhe traz definitivamente para a cidade de Braga. Já em Braga é chamado para fazer a gravação e direção musical do trabalho editado em CD da Universidade do Minho, este trabalho foi composto por cinquenta e três grupos da UM. Em 2005 lança o seu trabalho "Manhã de Carnaval" gravado ao vivo com vários músicos convidados, entre eles Laurent Philippe, Tuniko Goulart, Andreaf Tarabbia (Pancho), Maximo Cavalli, Paulo Martins, Diego Ebbeler, entre outros.

"Sou um músico brasileiro, com muitos anos de trabalho musical, com muitas experiências musicais proveitosas, com muita vontade de conhecer, de aprender e de conviver intensamente com ambientes musicais distintos e bem elaborados."

 

 

 

Ligações:

URL: www.giovanigoulart.com

Reportagem sobre Giovani Goulart

Reportagem para a RTP

facebook.com/giovani.goulart

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LoadingLOADING - "Hiding Place of Dreams” - ELECTRONIC AMBIENT MUSIC

Os temas de LOADING apresentam uma sonoridade com diversas texturas sonoras, feitas através da utilização de sintetizadores que datam desde os anos 70, até aos modernos equipamentos utilizados na música elétrónica atual.

A mensagem inscreve-se sempre numa perspetiva onírica, muito apoiada nas reflexões de Aldous Huxley em As Portas da Percepção, de forma a levar o ouvinte a um processo de “alienação saudável”. Assiste-se ainda a um cruzamento da eletrónica com outros instrumentos musicais, como o caso do piano acústico e a integração da palavra através de metódicos exercícios de spoken word, como em I Like to See the World in Slow Motion onde um texto de José Luís Peixoto é dito por Cuca Roseta.

Miguel Neves“Um ponto essencial para que o Homem acontecesse foi a aquisição do pensamento simbólico. Os símbolos são usados para a comunicação entre as pessoas. Tal comunicação é, no Homem, a grande finalidade e denuncia o quão longe estamos do nosso próprio conhecimento. Comunicamos para além da necessidade material e a essa proposta chamamos arte. É que palavra não é suficiente, a imagem ajuda, o toque ajuda, o cheiro ajuda, mas a música preenche-nos e muitas vezes ultrapassa-nos na sua intencionalidade. A proposta de LOADING (Miguel Neves) leva cada um de nós a irmos para além de nós mesmos e a atingir uma alienação saudável. Ao ouvi-la, cada um de nós apenas consciente (liberto da consciência de si) pode regressar às sensações primeiras, quando as recebíamos apenas.

A. C.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

CUCA ROSETA
Spoken Words no tema “I Like to See the World in Slow Motion” (artista gentilmente cedida por Universal Music Portugal, S.A)

JOSÉ LUÍS PEIXOTO
Lyrics do tema “I Like to See the World in Slow Motion”

FERNANDA FREITAS
Spoken Words (Alice) no tema “Waiting for Alice”

Ligações
Cordeiro - Acessoria e Comunicação  Up Music Talents

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URL: Critica de João Lopes no Blogue Sound + Vision

www.facebook.com/loadingambientproject

Loading - HIDING PLACE OF DREAMS


Loading - Hiding Place of Dreams

 

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