Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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João Garrido nasceu em Lisboa mas tem raízes africanas. Conjuntamente com Adenilda, Vicente, e outros músicos e faz parte do projeto do Bossa Morna, dando a conhecer a música tradicional africana.
Considera-se ainda um aprendiz na área musical tocando variados instrumentos, sendo que o instrumento de coração é a viola-baixo. É um músico versátil pois toca vários estilos de música e acima de tudo pretende viver a música.

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Em 2006 foi para a Bélgica para terminar a licenciatura e começar o mestrado que terminou em 2009. Durante estes anos, formou o grupo “Bansuricollectif”, com o qual veio a gravar um CD de temas originais “Conto” editado em Novembro de 2009. Participou em diferentes formações de jazz e de música improvisada, tais como: Projet Hijaz, Le Diable dans la Boîte, Cittacollectif, TraumKlang, Maarten de Combem Trio, Aviakta Trio e Enfim Single Tree. Atualmente é professor de música na Academia de Música de Laeken e na L’Athénée Royal Crommelynk. Em 2010, em conjunto com a Embaixada de Portugal e com a Editora El Negoccitto Reccords, foi co-produtor de uma série de concertos na Bélgica pelo violinista Carlos Zíngaro. Em 2011 compôs para o grupo SEL (Systhème D’Échange Libre), que se apresentou no Festival “Jazz Sur L’Herbe”. |
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Também na Polónia, iniciou a sua carreira como intérprete solista e integrando orquestras e formações polacas de prestígio internacional que atuaram em várias partes do mundo. Foi durante umas férias que se apaixonou por Portugal e decidiu ficar. Adaptou-se facilmente à língua e à cultura portuguesas e foi desenvolvendo, quer a solo, quer fazendo parte de inúmeras orquestras (Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outras) e grupos musicais, um novo e variado percurso profissional que a levou a viajar intensamente pelo país, onde hoje se sente em casa. “Um Violino no Fado”
Também o fado "Com Que Voz", um dos temas que integram "Um Violino no Fado", teve a honra de fazer parte do CD Livro "FADO PORTUGAL, 200 ANOS DE FADO", lançado em Julho de 2011 pela editora SevenMuses. Em Novembro do mesmo ano, a violinista integrou, ao lado de Camané, Maria Amélia Proença e Ricardo Ribeiro, entre outros, um elenco de grandes fadistas que atuou na 6ª Gala Amália, justamente no mesmo dia em que o Fado foi considerado Património Imaterial da Humanidade. Finalmente editado e oficialmente apresentado no Museu do Fado, em Dezembro de 2011, o disco “Um Violino no Fado” tem vindo a encontrar uma excelente resposta, permitindo à artista um gratificante contacto com o público através de atuações em concertos e eventos de prestígio, destacando-se, pelo simbolismo, a exibição para o Presidente da República da Polónia durante a sua recente visita a Portugal. |
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