Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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Nascido em Buenos Aires, infância em Poços de Caldas, com graduação em música em Campinas (Unicamp), Pablo Lapidusas vive atualmente em Lisboa, onde terminou recentemente o mestrado em performance jazzística. Na última década e enquanto vivia no Rio de Janeiro, o pianista percorreu diferentes países, atuando ao lado de artistas como Eduardo Dussek, Zezé Motta, Wanda Sá, I Musici de Montreal, Jimmy Dludlu, Célia Vaz, Victor Biglione, Quarteto em Cy, Edu Lobo, Carlos Malta, Bena Lobo, Sandra de Sá, Cesar Camargo Mariano, Hermeto Pascoal e Marcelo D2.
Em Lisboa o seu CD “Estrangeiro” com o apoio oficial da rádio Antena 2, foi lançado no carismático berço do Jazz português a 3 de Abril de 2014, onde viu reconhecido o seu extraordinário talento e versatilidade, por um público exigente e conhecedor do melhor do Jazz mundial. Nesse mesmo dia, foram apresentados e efusivamente aplaudidos no HCP os PLINT- Pablo Lapidusas International Trio (Pablo Lapidusas - piano, Leo Espinosa – baixo elétrico, Marcelo Araújo – bateria), começando assim mais um desafio. Desde essa data, não mais parou. A uma tour em Portugal a solo com mais de vinte datas, sucedeu-se uma no Brasil (solo) com doze concertos e uma tour na África do Sul e em Moçambique com os PLINT, que deu azo a excelentes entrevistas/críticas de uma das mais conceituadas críticas de Jazz no continente africano Gwen Ansell. Entre tours, os espetáculos sucedem-se a cada regresso a Lisboa, onde não mais parou de tocar. Fecham-se agora as últimas datas para uma tour europeia (Suécia, Itália, UK, Alemanha e França), ao mesmo tempo que se preparam concertos em Cuba e uma tour na América Latina 2014/2015.
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Critica: DBLive |
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Em 2006 foi para a Bélgica para terminar a licenciatura e começar o mestrado que terminou em 2009. Durante estes anos, formou o grupo “Bansuricollectif”, com o qual veio a gravar um CD de temas originais “Conto” editado em Novembro de 2009. Participou em diferentes formações de jazz e de música improvisada, tais como: Projet Hijaz, Le Diable dans la Boîte, Cittacollectif, TraumKlang, Maarten de Combem Trio, Aviakta Trio e Enfim Single Tree. Atualmente é professor de música na Academia de Música de Laeken e na L’Athénée Royal Crommelynk. Em 2010, em conjunto com a Embaixada de Portugal e com a Editora El Negoccitto Reccords, foi co-produtor de uma série de concertos na Bélgica pelo violinista Carlos Zíngaro. Em 2011 compôs para o grupo SEL (Systhème D’Échange Libre), que se apresentou no Festival “Jazz Sur L’Herbe”. |
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Nascida em Portugal na cidade de Lisboa, filha de mãe Portuguesa e de Pai Angolano, famoso jogador de futebol nos anos 60, Yaúca. Sandra Fidalgo é uma canta-autora da “World Music”, que tem na voz a cultura da sua terra Mãe que é Portugal e as raízes de África de seu Pai que predominam no seu sentir rítmico. Nas músicas que cria estão bem presentes as influências do jazz, música brasileira, africana, portuguesa e clássica. Aos 19 anos inicia a sua carreira como cantora profissional participando com grandes nomes do meio artístico Nacional, Paulo de Carvalho, Delfins, Tito Paris, Sérgio Godinho, Jorge Palma, Rui Veloso, entre outros. Ao longo da sua carreira como cantora integrou projetos de Jazz cantando standards e composições suas. Em 2006 edita o seu primeiro trabalho, “Diário Azul” com 14 temas, letras e músicas de sua autoria. Em 2008 nasceu “Natural” o seu segundo álbum também com composições suas. Foi disco Antena 1. Destes dois álbuns saíram temas para personagens de novelas nacionais. O “Agora” é seu mais recente CD, composto por 12 temas, de sua autoria. Canta, toca guitarra, piano acústico e produz os seus próprios álbuns. Álbum – "Agora"
O processo de composição foi evoluindo naturalmente durante 2 anos, com o apoio dos instrumentos que toca. Piano e guitarra acústica. Estão presentes ritmos e fusão de Portugal, Brasil e África. O som do violoncelo acrescenta também uma envolvente mais clássica. A guitarra portuguesa e o acordeão estão pontualmente a reforçar todas estas influências Lusitanas, Africanas, Brasileiras e clássicas. A produção é sua e de António Pinheiro da Silva. “Agora” tem por mensagem o sentir do momento como o despertar da nossa consciência. O passado e o futuro não existem. Sentir a simplicidade do momento presente, aceitando-o tal como ele é. |